ABRH
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Carreira: a mudança do papel do RH, suas funções e obrigações |
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SEGS - WEB - 28/04/10 |
"Ele tende a ser um gestor da cultura organizacional, para que as pessoas trabalhem melhor", diz presidente da ABRH-Nacional Não adianta mais pensar na área de Recursos Humanos como no passado, com uma visão simplista. Ela não está mais na empresa para apenas intermediar a relação de empresários e funcionários. “O que deve ser desmistificado é que existe profissional de um lado e empresa de outro. Eles são uma parceria. Quando o profissional não se sente atraído, ele sai. O RH torce para que os dois deem certo”, explicou a presidente da ABRH-Nacional (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Leyla Nascimento. Então, qual o papel que o RH desempenha hoje nas empresas? De acordo com Leyla, ele caminha para ser um gestor e educador dentro da empresa, que nada mais é do que um ambiente de aprendizado. “Ele [o RH] tende a ser um gestor da cultura organizacional, para que as pessoas trabalhem melhor”, disse. Funções – e obrigações - do RH De acordo com Leyla, o profissional dessa área tem de ser flexível, principalmente diante das mudanças de cenário dentro e fora do ambiente organizacional. Confira abaixo outras funções do RH e dicas para que ele as cumpra com sucesso: * Processos de recrutamento: para que seja feito com qualidade, ele deve deixar claro para o candidato as expectativas da empresa e passar todos os dados detalhados sobre a vaga, além de preparar bem todas as etapas. “Quanto melhor a seleção, mais competitiva a empresa vai ser”, disse a presidente da ABRH-Nacional, com a explicação de que será possível contratar os melhores profissionais. * Desenvolvimento de carreira: os profissionais estão muito exigentes, então é preciso alinhar o que eles desejam com o que a empresa quer deles. Para isso, o RH deve entender bem do negócio, de planejamento estratégico, para poder avaliar bem as metas e objetivos dos colaboradores, com a ajuda do gestor. * Avaliação de desempenho: atentar à forma de avaliação, para ver como as pessoas podem melhorar dentro da organização. Dar um feedback, mas também envolver as lideranças neste processo. * Política de retenção: essa é uma pauta obrigatória dentro das empresas e o RH deve estar envolvido neste processo. “Perder um talento é perder investimento”, afirmou a presidente da ABRH-Nacional.
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Sustentabilidade em Londrina |
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PORTAL DO MEIO AMBIENTE - WEB - 29/04/10 |
O evento será realizado em maio e vai debater as melhores práticas para a sustentabilidade no planeta As inscrições para a 3ª edição do Congresso Nacional de Responsabilidade Socioambiental estão abertas. O evento será realizado em Londrina (PR), no Parque de Exposições Ney Braga, nos dias 21 e 22 de maio. O Congresso é promovido pela ABTD/PR – Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento do Paraná, e tem como foco o crescimento econômico sustentável, o desenvolvimento econômico e social no país, ética e eficiência na gestão do negócio e crescimento com sustentabilidade ambiental. “O Congresso de Responsabilidade Socioambiental tem reunido nessas edições, executivos das maiores companhias nacionais e multinacionais do Brasil para debater com autoridades e representantes governamentais temas de relevância nacional em prol do interesse da sociedade”, informa Ademar Ramos, presidente da ABTD/ PR. Para a 3ª edição já estão confirmadas as presenças de Susan Andrews (Universidade de Harvard), Rodrigo Klabin (Presidente da Fundação SOS Mata Atlântica), José Ernesto Bologna (Ethos), Synésio da Costa (Presidente da Fundação ABRINQ), Leyla Nascimento (Presidente ABRH Nacional), Rodrigo Rocha Loures (Presidente FIEP/Pr) entre outros especialistas e convidados. A organização espera reunir cerca de 600 participantes. Interessados em participar devem se inscrever pela Internet, através do site: www.abtdpr.com.br, até o dia 17 de maio. Após esta data, só serão aceitas inscrições no dia e local do evento (21/05). Inscrições antecipadas com desconto serão aceitas pela internet, até o dia 10 de maio. Profissionais associados da ABTD pagam R$ 80,00 e no dia do evento R0,00; outros profissionais pagam R$ 100,00 com desconto e R0,00 no dia do evento. Estudantes pagam R$ 50,00 e sem o desconto R$ 100,00. As inscrições pela internet só serão validadas após comprovação de pagamento via depósito bancário, na conta do evento. O Congresso ainda possibilita descontos nas inscrições em grupos de estudantes e cortesias para empresas associadas. Informações pelo telefone 43 3025 5223 ou pelo email cnrs@fbeventos.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
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III Congresso Nacional de Responsabilidade Socioambiental abre inscrições |
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JORNAL UNIÃO - WEB - 28/04/10 |
Evento será realizado em maio e vai debater as melhores práticas para a sustentabilidade no planeta As inscrições para a 3ª edição do Congresso Nacional de Responsabilidade Socioambiental estão abertas. O evento será realizado em Londrina (PR), no Parque de Exposições Ney Braga, nos dias 21 e 22 de maio. O Congresso é promovido pela ABTD/PR – Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento do Paraná, e tem como foco o crescimento econômico sustentável, o desenvolvimento econômico e social no país, ética e eficiência na gestão do negócio e crescimento com sustentabilidade ambiental. Interessados em participar devem se inscrever pela Internet, através do site: www.abtdpr.com.br , até o dia 17 de maio. Após esta data, só serão aceitas inscrições no dia e local do evento (21/05). Inscrições antecipadas com desconto serão aceitas pela internet, até o dia 10 de maio. Profissionais associados da ABTD, pagam R$ 80,00 e no dia do evento R$120,00; outros profissionais pagam R$ 100,00 com desconto e R$150,00 no dia do evento. Estudantes pagam R$ 50,00 e sem o desconto R$ 100,00. As inscrições pela internet só serão validadas após comprovação de pagamento via depósito bancário, na conta do evento. O Congresso ainda possibilita descontos nas inscrições em grupos de estudantes e cortesias para empresas associadas. Informações pelo telefone 43 3025 5223 ou pelo email cnrs@fbeventos.com “O Congresso de Responsabilidade Sócioambiental tem reunido nessas edições, executivos das maiores companhias nacionais e multinacionais do Brasil para debater com autoridades e representantes governamentais temas de relevância nacional em prol do interesse da sociedade”, informa Ademar Ramos, presidente da ABTD/ PR. Para a 3ª edição já estão confirmadas as presenças de Susan Andrews (Universidade de Harvard), Rodrigo Klabin (Presidente da Fundação SOS Mata Atlântica), José Ernesto Bologna (Ethos), Synésio da Costa (Presidente da Fundação ABRINQ), Leyla Nascimento (Presidente ABRH Nacional), Rodrigo Rocha Loures (Presidente FIEP/Pr) entre outros especialistas e convidados. A organização espera reunir cerca de 600 participantes. Prêmio Personalidade Sustentável Em todas as edições do congresso, o Comitê Executivo da ABTD/PR destaca através do Prêmio Personalidade Sustentável, as principais personalidades reconhecidas por suas ações voltadas ao desenvolvimento socioeconômico, educacional e ambiental do País. Os prêmios desta edição serão entregues durante a programação do evento. De acordo com o presidente da ABTD/PR, Ademar Ramos, “Esta é uma grande oportunidade para o relacionamento e a confraternização dos poderes público e privado, para que juntos possam discutir com maior propriedade um assunto tão impactante como a Sustentabilidade, tanto econômica quanto ambiental, nos dias de hoje”. Neutralização A ABTD/PR firmou uma parceria junto à IBFlorestas para que todos os seus eventos sejam neutralizados. A expectativa da IBFlorestas é de elaborar um inventário de emissões e identificar quantas toneladas de CO2 equivalente foram lançadas na atmosfera em função do congresso. “Ao compensar voluntariamente essas emissões, a ABTD/PR está subsidiando a manutenção durante dois anos de atividades florestais sustentáveis em áreas de Matas Ciliares. O plantio de árvores nativas, nesta modalidade de recuperação, além de proteger os recursos hídricos, contribui na manutenção da biodiversidade e sequestro de carbono”, diz Ademar Ramos. Sobre a ABTD/PR A ABTD/PR é uma entidade que representa dezenas de empresas livremente associadas de todos os setores da economia paranaense. Além de promover a melhoria das condições do ambiente produtivo e estimular o desenvolvimento do empreendedorismo, a entidade busca estimular o debate sobre os mais diversos temas e a análise dos principais assuntos ligados ao mundo dos negócios e da educação. O objetivo da ABTD/PR é difundir e fortalecer os princípios éticos de governança corporativa no Paraná, promover e incentivar as relações empresariais e sensibilizar o apoio privado para programas comunitários e ambientais.
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Projeto Aprendiz em Vila Velha |
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FOLHA VITÓRIA - WEB - 28/04/10 |
O ex-jogador de futebol Raí lançou na segunda-feira passada, dia 19 de abril, durante café da manhã, no Centro de Convenções de Vila Velha, o Projeto Aprendiz, que busca oportunidades para capacitação e inserção dos jovens no mercado de trabalho. O lançamento aconteceu paralelo à cerimônia de posse da nova diretoria da Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Espírito Santo (ABRH-ES), gestão 2010/2012. Para a presidência da entidade, foi reeleita Angela Abdo Campos Ferreira. Raí de Oliveira atua na ONG Atletas pela Cidadania, entidade que trabalha pelo cumprimento da Lei do Aprendiz. Durante o evento, ele fará palestra sobre o Projeto Aprendiz e a ONG, com o objetivo de sensibilizar o empresariado capixaba. O apoio da ABRH ao Projeto Aprendiz aconteceu durante o 35° Congresso Nacional de Recursos Humanos (CONARH), em agosto de 2009. Na ocasião, Raí palestrou em nome de mais de 50 atletas de diferentes modalidades e gerações, que se uniram para mobilizar o esporte em prol de causas nacionais. A ONG Atletas pela Cidadania completa dois anos em 2010. Na foto, o vice governador Ricardo Ferraço, Angela Abdo e Raí.
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Abertas as inscrições para congresso |
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DIÁRIO DO POVO - WEB - 28/04/10 |
As inscrições para o I Congresso de Gestão de Pessoas do Piauí estão abertas. O evento, que tem realização da Associação Brasileira de Recursos Humanos - ABRH Secção Piauí, é voltado para profissionais formados em Administração, Marketing e Publicidade, psicólogos, ges-tores e empresários em geral acontecerá nos dias 13 a 15 de maio, em hotel de Teresina. O objetivo central do congresso é incentivar a transformação e o fortalecimento das ações de recursos humanos no Estado do Piauí por meio da educação. Estão programadas oito palestras com temas variados e atuais que marcarão a área de RH no Piauí durante três dias. A italiana Mônica Amala Simionato é uma das palestrantes no evento. O tema que ela abordará será: "Coração e cérebro, os aliados da transformação do ser humano", no dia 14 de maio. Formada em Antropologia pela Universidade de Turim, na Itália. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no site da ABRH Piauí: www.abrhpi. org.br. Mais informações: (86) 3302-6709 ou pelo e-mail da entidade: abrhpi@gmail.com. O I Congresso de Gestão de Pessoas do Piauí tem o apoio da Associação Brasileira de Recursos Humanos - ABRH Nacional.
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Fórum de Gestão de Pessoas, da ABRH-RS, reúne profissionais para tratar de retenção e engajamento |
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COMUNIQUE-SE - WEB - 28/04/10 |
A 10ª edição do evento, que trata sobre o tema Atrair² - Atração e Engajamento. Este é o seu desafio, começou às 16h e segue até às 21h30min, no Teatro do CIEE, e reúne profissionais da área de recursos humanos e gestão de pessoas. A Associação Brasileira de Recursos Humanos, seccional Rio Grande do Sul (ABRH-RS), realizou nesta terça feira, dia 27, o 10º Fórum de Gestão de Pessoas. Com o tema Atrair² - Atração e Engajamento. Este é o seu desafio, o evento reuniu profissionais de recursos humanos e gestão de pessoas para discutir a questão da retenção de talentos nas empresas e o engajamentos dos colaboradores. Para o presidente da entidade, Pedro Luiz Fagherazzi, atualmente vivemos em um mundo acelerado e que é difícil visualizar o que irá acontecer no mercado de trabalho. “Com o tema do Fórum a ABRH-RS quer garantir o sucesso e o crescimento das organizações, além de promover a reflexão e discussão sobre o assunto”, afirmou Fagherazzi O economista pós-graduado em Desenvolvimento de Recursos Humanos, Alfredo Assumpção, abriu o evento com a palestra “Atração & Engajamento”. Para o executivo, atualmente, a remuneração não é suficiente para manter as pessoas em uma empresa e é necessário que elas estejam plenas e felizes. “Não basta atrair, tem que engajar e não existe engajamento sem liderança”, falou Assumpção. Em seguida, o gerente de desenvolvimento de lideranças da Natura, Marcelo Madarasz, apresentou o case da empresa sobre o Programa de Formação de Líderes e o Processo de Engajamento. “Nossa intenção é mostrar o que funciona conosco para que os profissionais de RH possam ver o que é o melhor para a sua empresa”, revelou. Para o gerente, engajar pessoas não é reter a qualquer preço, mas, sim, fazê-los refletir sobre os próprios valores e pensar se estes podem ser realizados na empresa. “Todas as pessoas têm talentos, porém o colaborador tem que descobrir o que ele tem prazer em fazer”, comentou Madarasz. Após o intervalo o 10º Fórum de Gestão de Pessoas apresentou a palestra com o escritor e comunicador Luciano Pires, sobre “Empresas Nutritivas”. Segundo Pires, uma empresa nutritiva é aquela em que o colaborador tem prazer em trabalhar. “As organizações não podem se basear pelas estatísticas ou pela matemática, pois sentimentos não podem ser medidos”, relatou. Pires declarou também que uma companhia não é definida por seus produtos e serviços, mas sim pelos seus processos. “A inteligência está na quebra da rotina, quando você faz todos os dias a mesma coisa, não exercita a criatividade”, afirmou. O encerramento ficou por conta da Perestroika, sobre “Wi Orgs. O que motiva a Geração Y?”. Os diretores da Escola, Tiago Mattos e Felipe Anghinoni, abordaram o tema mostrando como a geração Y quer interagir nas organizações. “O jovem hoje atua muito em blogs e twitter expondo o que pensa sobre diversos assuntos, por esta razão ele espera que na empresa ele possa ter contato com seus superiores e opinar em decisões importantes”, revelou Mattos. Segundo os diretores, o que têm que ser mudado não são as pessoas, mas as conexões entre elas.
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Ontem e hoje |
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ZERO - INDICADORES - SÃO PAULO - ABR/2010 - Nº 14 - Pg. 27 |
ENGENHARIA – O presidente da Sociedade de Engenharia do Rio Grande do Sul (Sergs), Cylon Rosa Neto, faz palestra hoje, às 10h30min, na Faculdade de Engenharia da UFRGS, em Porto Alegre, sobre o tema Mercado da Engenharia e Empreendedorismo. VENCEDORES – A Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL) apresenta hoje, às 11h, no Hotel Plaza São Rafael, na Capital, o palestrante do Almoço do Varejo de abril. Autor do livro Atitudes Vencedoras, o economista Carlos Hilsdorf aborda o tema Atitudes Vencedoras no seu Negócio. Mais informações pelo telefone (51) 3017-8116. SEMINÁRIO – O Sindicato da Construção Civil do Estado (Sinduscon/RS) promove hoje, às 14h, na sede da entidade, em Porto Alegre, o seminário Novas Tendências em Gestão, Produto, Financiamentos e Vendas no Mercado Imobiliário. FIDELIDADE – O vice-superintendente do Grupo Dimed/Panvel, Julio Ricardo Mottin Neto, fala hoje, às 8h30min, na Câmara Americana de Comércio (Amcham), em Porto Alegre, sobre os resultados do Programa de Fidelidade Panvel Sempre Bem, que já alcançou 920 mil cartões emitidos. GESTÃO – A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RS) promove hoje, das 16h às 21h30min, no Teatro do CIEE, em Porto Alegre, a 10ª edição do Fórum de Gestão de Pessoas. Inscrições pelo telefone (51) 3254-8258 ou pelo e-mail forum@abrhrs.com.br. TRABALHO – A Força Sindical, a CUT e o ministro Miguel Jorge, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, participam hoje, às 15h, em Brasília, de reunião para discutir medidas que evitem demissões nos setores de autopeças, máquinas e eletroeletrônico.
Mundo do trabalho
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Desemprego tem a menor taxa para março desde 1998 |
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VALOR ECONÔMICO - BRASIL - SÃO PAULO - 29/04/10 - Pg. A4 |
A taxa média de desemprego nas seis regiões metropolitanas do país passou de 13% em fevereiro para 13,7% em março, conforme a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) feita pelo Dieese em parceria com a Fundação Seade. Apesar de manter a tendência de alta, trata-se da menor taxa para o mês de março desde 1998. O índice, que subiu em todas as seis regiões, equivale a um contingente de 2,767 milhões de desempregados, 149 mil a mais do que o apurado em fevereiro. Para Sérgio Mendonça, supervisor técnico do Dieese, os números são positivos e vieram dentro da expectativa, considerando que o começo do ano quase sempre registra um crescimento na taxa de desemprego depois de um tradicional aquecimento da economia brasileira no segundo semestre. "Mesmo com o aumento do desemprego, continuo com uma visão otimista. A situação melhorou e estamos em patamares menores quando comparados com outros anos. Tudo leva a crer que será assim ao longo de 2010. Teremos um bom ano para mercado de trabalho", avaliou Mendonça, que espera que a taxa de desemprego volte a cair a partir de maio. Os maiores avanços no desemprego no mês passado foram registrados nas cidades de Salvador e São Paulo. Nelas, as taxas, na comparação mensal, passaram de 18,8% para 19,9% e de 12,2% para 13,1%, respectivamente. Já no Distrito Federal e Belo Horizonte, o aumento foi menos intenso. No Distrito Federal, a taxa saltou de 14,1% para 14,7%, enquanto na capital mineira o indicador saiu de 9,7% para 10,2%. Em Porto Alegre (9,6% para 9,8%) e Recife (19% para 19,3%), por sua vez, o índice teve uma leve oscilação para cima. O nível de ocupação, em março, recuou 0,8% nas seis regiões pesquisadas, com a eliminação de 137 mil postos de trabalho. O total de ocupados foi estimado em 17,423 milhões para uma População Economicamente Ativa (PEA) de 20,190 milhões. No recorte por setores, o nível ocupacional recuou em serviços, que cortou 115 mil vagas, no comércio, que eliminou outros 55 mil postos e no agregado de outros setores, que acabou com 19 mil empregos. Por outro lado, a indústria abriu 31 mil vagas e a construção civil outras 21 mil. O rendimento médio real dos ocupados no país, em fevereiro, ficou praticamente estável, em R$ 1.274. No caso dos assalariados, houve uma queda de 0,7%, para R$ 1.340.
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Servidores da Justiça paulista iniciam greve |
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VALOR ECONÔMICO - LEGISLAÇÃO & TRIBUTOS - SÃO PAULO - 29/04/10 - Pg. E1 |
Os servidores da Justiça paulista estão de braços cruzados. Escreventes, oficiais de justiça e profissionais de outras categorias iniciaram ontem uma paralisação, por tempo indeterminado, para pressionar o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) a conceder reajuste de 20,16%, referentes a perdas salariais dos últimos dois anos. A Corte estadual ofereceu 4,17% aos grevistas que, em assembleia com cerca de cinco mil pessoas no centro de São Paulo, decidiram ontem rejeitar a proposta, mantendo a paralisação. Antes da assembleia, os presidentes de sete entidades que representam os servidores reuniram-se com o presidente do TJSP, o desembargador Antonio Carlos Viana Santos. No encontro, o presidente apresentou ofício do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), deputado Barroz Munhoz, comunicando que será discutido e votado na próxima terça-feira o Projeto de Lei Complementar nº 43, de 2005, que institui o plano de cargos e carreiras dos servidores do tribunal. Também se comprometeu, formalmente, a enviar projeto de lei de reposição salarial em 4,17%. Os servidores pretendem acompanhar a votação do Projeto de Lei nº 43, que tramita há cinco anos na assembleia. Com sua aprovação, servidores bem avaliados poderão, por exemplo, ter aumento de 1% a 2%, a cada dois anos. Já a proposta de reposição salarial foi rejeitada pelos servidores. "O projeto só prevê a reposição salarial do último ano. Além disso, com as eleições, certamente não será votado até dezembro", diz José Gozze, presidente da Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (Assetj), que prevê a adesão de metade dos 45 mil servidores paulistas à greve. De acordo com Yvone Barreiros Moreira, presidente da Associação dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo (Aojesp), os servidores vêm sofrendo perdas salariais desde 1999. Ela afirma que, em 1987, um oficial da Justiça Estadual ganhava R$ 100 a mais do que um oficial da justiça federal. "Hoje, se um oficial de Justiça Federal inicia a carreira com R$ 7 mil, o estadual começa ganhando apenas R$ 3 mil, além de não ter nenhum tipo de promoção", compara. Juízes e desembargadores não participam da paralisação. A remuneração dos magistrados é diferente porque obedece à Lei da Magistratura. Mas a categoria é indiretamente afetada pela paralisação. "Se os processos não tramitam de forma adequada, não chegam para o magistrado poder julgar. Mas fomos informados que, ao menos na capital, a adesão ainda não é expressiva", afirma Paulo Dimas de Bellis Mascaretti, presidente da Associação Paulista de Magistrados (Apamagis). A Justiça paulista já enfrentou quatro grandes greves. A mais recente, em 2004, durou 91 dias e causou estragos. De acordo com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP), 1,2 milhão de processos foram represados e cerca de 450 mil audiências deixaram de ser realizadas. Os magistrados levaram quase quatro anos para colocar a pauta em dia. Na época, o pedido de reposição salarial de 26,39% foi negado e os servidores conseguiram 14,58%. Por nota, a entidade manifestou sua preocupação com a greve atual. Disse que apoia as reivindicações, mas que elas devem ser negociadas, condenando a greve, "contra a qual poderá até tomar medidas judiciais". Em 2004, a ordem conseguiu na Justiça interromper a paralisação.
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Prescrição trabalhista |
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VALOR ECONÔMICO - LEGISLAÇÃO & TRIBUTOS - SÃO PAULO - 29/04/10 - Pg. E1 |
A 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que ação ajuizada anteriormente na Justiça comum interrompe o prazo prescricional da Justiça trabalhista. Com esse entendimento, os ministros deram provimento a recurso ajuizado por um ex-empregado do Banco Bradesco contra decisão do Tribunal Regional (TRF) da 5ª Região. Em 20 de dezembro de 2002, o bancário entrou com a ação no Juizado Especial Civil de Pequenas Causas de Feira de Santana (BA). Posteriormente, em 15 de setembro de 2003, ingressou na Justiça do Trabalho. Mas o juiz decidiu que a sua ação estava prescrita. Ao analisar o caso, o relator do caso, ministro Maurício Godinho Delga, explicou que a ação anterior demarca a interrupção da prescrição, conforme dispõe a Súmula nº 268/TST, ainda que interposta perante juízo incompetente. É o que estabelece o artigo 202 do atual Código Civil.
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Emprego na indústria surpreende |
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BRASIL ECONÔMICO - BRASIL - SÃO PAULO - 29/04/10 - Pg. 15 |
CNI e Fundação Seade apontam evolução contínua das vagas abertas neste início de ano Os níveis de produção, emprego e utilização da capacidade instalada da indústria brasileira registraram alta consistente neste início de ano, conforme a Sondagem Industrial trimestral divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice de evolução de produção aumentou 12,1 pontos entre fevereiro e março, de acordo coma pesquisa que ouviu 1.227 indústrias entre os dias 5 e 19 de abril . Na comparação entre os primeiros trimestres de 2010 e 2009 a utilização da capacidade instalada cresceu 6 pontos e o índice de evolução do número de empregados avançou 16,3 pontos. “A indústria alimenta um ciclo virtuoso: o crescimento da atividade aumenta o emprego industrial, que dá impulso à evolução do consumo das famílias, que estimula a atividade”, relata a pesquisa. A Sondagem mostra que o emprego na indústria alcançou 55,5 pontos no primeiro trimestre, o maior índice desde o terceiro trimestre de 2004. A alta do emprego na indústria ficou evidente também nos dados divulgados ontem pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Enquanto o desemprego aumentou nas regiões metropolitanas do país, o setor industrial foi o único a manter saldo positivo na criação de postos de trabalho. Para Alexandre Loloian, coordenador da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) pelo Seade, a elevação do emprego industrial foi um ponto fora da curva no mês passado, época em que as taxas de desemprego sobem por questões sazonais. “Este é geralmente o período em que as empresas ainda estão planejando o ano e não estão admitindo”, disse. Na Região Metropolitana de São Paulo, o número de empregados na indústria passou de 1,708 milhão de pessoas em fevereiro para 1,72 milhão em março, alta de 0,7%. O resultado se repetiu no conjunto de seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Seade/Dieese, que agrega Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito Federal. O setor industrial criou um saldo de 31 mil empregos (+1,2%) em março, ante fevereiro, passando a 2,664 milhões de empregados. Patrícia Lino Costa, técnica do Dieese, chama atenção para o fato de o emprego ter crescido 3,2% no segmento de metalmecânica de fevereiro para março. “É um indicativo do aumento dos investimentos. A decisão (de investimentos) para determinados setores, que esperam aumento de demanda, já está dada”, diz. Acima da média Em março, a utilização da capacidade instalada ficou em 54 pontos, acima do usual para os meses de março. Em janeiro e fevereiro, porém, ficou abaixo do usual. Valores acima de 50 pontos indicam utilização da capacidade instalada acima do usual. No primeiro trimestre de 2010, a utilização da capacidade instalada aumentou 6 pontos percentuais na comparação com o mesmo trimestre de 2009, quando as indústrias operaram com 68% da capacidade instalada. Mas o nível de utilização da capacidade instalada nos primeiros três meses deste ano ficou 1 ponto percentual abaixo do primeiro trimestre de 2008. Outro indicador que confirma o otimismo em relação aos próximos seis meses é o índice de expectativa de demanda, que ficou em 65,7 pontos, superando em 17,4 pontos o valor observado em abril de 2009. As expectativas quanto à evolução das exportações também são positivas, embora o índice de abril tenha ficado em 52 pontos, 2,6 pontos menor que março. Os empresários pretendem ainda comprar mais matérias primas. O índice de expectativas de compras registrou queda de 0,5 ponto entre março e abril deste ano, mas se mantém em alta, com 62,7 pontos.
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Desemprego em SP subiu 13,1% em março |
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O ESTADO DE S. PAULO - ECONOMIA/PANORAMA ECONÔMICO - SÃO PAULO - 29/04/10 - Pg. B2 |
A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo subiu para 13,1% em março em relação a fevereiro (12,2%), de acordo com dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego divulgados ontem pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo as entidades, o aumento do desemprego era esperado e é reflexo de fatores sazonais típicos do período.
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Home office faz união de trabalho e vida pessoal |
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O ESTADO DE S. PAULO - NEGÓCIOS - SÃO PAULO - 29/04/10 - Pg. B22 |
Segundo especialistas, trabalho em casa é forma de atrair profissionais e também uma chance de economia para empresas A gerente de recursos humanos da empresa de tecnologia Ericsson, Cintia Ozzetti, faz parte de uma tendência do mercado brasileiro: é uma profissional de grande corporação que trabalha ao menos parte do tempo em casa. Mãe de trigêmeas de oito anos, todas as terças-feiras ela almoça com a família, leva as crianças para a escola e faz pequenas tarefas domésticas. Com as ferramentas de "home office" - laptop e celular oferecidos pela empresa -, resolve questões corporativas da sala de sua casa, enquanto as filhas fazem a lição de casa. Para especialistas em recursos humanos, o "home office" ganha espaço à medida que as empresas adotam a gestão por metas - que prioriza o resultado final da companhia, e não o processo para obtê-lo. Grandes companhias hoje já se sentem confortáveis para flexibilizar o horário de trabalho e permitir que ao menos parte das tarefas possa ser feita remotamente. Ao adotar um ambiente de trabalho que foge do velho padrão "das 8h às 18h", as companhias conseguem manter funcionários valiosos e também descobrem vantagens econômicas. Tome-se o exemplo da Ticket, empresa do setor de benefícios empresariais, que terceirizou 100% da força de vendas, com economia direta de R$ 3,5 milhões. Hoje, os 110 vendedores da empresa trabalham de casa, com autonomia total: agendam visitas, marcam apresentações e definem o próprio fluxo de trabalho, avisando a companhia por telefone ou e-mail. Economia. O superintendente de vendas da Ticket, Eduardo Távora, diz que a iniciativa permitiu que a empresa fechasse 17 filiais no País, economizando com aluguel, luz e outras taxas. Além da redução de despesas, explica Távora, a operação também ganhou em agilidade: sem a necessidade de ir à empresa todos os dias, os vendedores economizam tempo - e podem se dedicar mais ao cliente. "A aprovação do novo modelo é de mais de 90%. São poucos os funcionários que sentem falta do clima do escritório", afirma o executivo. Gerente de negócios na Ticket, Michele Moreira trabalha em sistema de home office há três anos, e desenvolveu um modelo próprio de trabalho. Um dia por semana, fica em casa para fazer as "tarefas operacionais" e organizar a agenda: procura marcar compromissos fora do "pico" de trânsito em São Paulo e divide as visitas aos clientes por região, evitando deslocamentos desnecessários. "O resultado comercial é mais eficiente, a gente está na rua o tempo todo." Atração de talentos. Oferecer a possibilidade de o trabalhador ficar um dia por semana em casa pode ser uma forma barata e eficiente de atrair bons profissionais, segundo Tatiana Balau, consultora do grupo de carreiras DMRH. Ela diz que já é comum o trabalho remoto entrar na negociação de contratos de trabalho: "É um aspecto que atrai profissionais de perfil sênior, os mais disputados no mercado. São pessoas preocupadas em ter tempo para a família." Para os funcionários antigos, a consultora diz que é fundamental que as empresas comuniquem de forma clara a mudança no sistema de trabalho, mesmo que a adesão ao home office seja opcional. "É preciso que a organização do trabalho seja baseada em metas claras, com projetos baseados na entrega do resultado final, para que as pessoas se sintam confortáveis a trabalhar com mais autonomia." A gerente de recursos humanos da Ericsson diz que 20% dos funcionários da empresa trabalham em casa pelo menos uma vez na semana: além do RH, as áreas de compras, finanças e de comunicação aderiram parcialmente ao home office. Após uma resistência inicial, em que algumas pessoas interpretaram que o trabalho em casa poderia significar um afastamento progressivo, Cintia Ozzetti diz que a comunicação clara sobre os ganhos de qualidade de vida da iniciativa quebrou a barreira de desconfiança. "Todos os meses, a procura aumenta um pouco."
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Indústria foi o único setor que gerou empregos em março |
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DCI - POLITICA ECONÔMICA - SÃO PAULO - 29/04/10 - Pg. A3 |
SÃO PAULO - Em um mês em que o desemprego aumentou nas regiões metropolitanas do País, o setor industrial foi o único a manter saldo positivo na criação de postos de trabalho, de acordo com dados divulgados pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Para Alexandre Loloian, coordenador da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) pelo Seade, a elevação do emprego industrial foi um ponto fora da curva no mês passado, época em que as taxas de desemprego sobem por questões sazonais. “Este é geralmente o período em que as empresas ainda estão planejando o ano e não estão admitindo”, disse. Na Região Metropolitana de São Paulo, o número de empregados na indústria passou de 1,708 milhão de pessoas em fevereiro para 1,72 milhão em março, uma elevação de 0,7%. No comércio, houve queda de 2,8% no número de empregados no período, para 1,462 milhão de pessoas. O setor de serviços, maior empregador da região metropolitana, registrou queda de 0,9%, para 4, 966 milhões de pessoas. O setor classificado como ‘outros’, que agrega construção civil e emprego doméstico, apresentou queda de 0,9% no número de trabalhadores em março, para 1,049 milhão. O resultado se repetiu no conjunto de seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Seade/Dieese, que agrega Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito Federal. O setor industrial criou um saldo de 31 mil empregos (1,2%) em março, ante fevereiro, passando a 2, 664 milhões de empregados. Comércio apresentou queda de 1,9%, segudo por serviços (-1,2%) e outros (-1,3%). Já a construção civil, que no conjunto das seis regiões é desagregada do setor outros, apresentou aumento de 1,2% no número de empregados. Na comparação anual, contudo, todos os setores apresentaram saldo positivo de contratações. “Os dados mostram que há uma retomada na contração da indústria”, comentou Patrícia Lino Costa, técnica do Dieese. Ela chama atenção para o fato de o emprego ter crescido 3,2% no segmento de metalomecânica de fevereiro para março. “É um indicativo do aumento dos investimentos na indústria. A decisão de investimentos para determinados setores, que esperam aumento de demanda, já está dada.” Outro destaque foi o setor de alimentos e bebidas, onde o emprego cresceu 6,2% na comparação mensal.
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Adiado reajuste de aposentado |
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JORNAL DA TARDE - SEU BOLSO - SÃO PAULO - 29/04/10 - Pg. 12B |
Votação de aumento dos benefícios para quem ganha mais de um salário será na semana que vem O governo conseguiu adiar mais uma vez a votação da medida provisória que reajustas as aposentadorias de quem ganha acima de um salário mínimo. A votação, no plenário da Câmara, foi remarcada para a próxima semana. Com a base rebelada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tenta enquadrar os líderes aliados do Senado para fazer prevalecer a proposta de um aumento de 7%, amanhã durante um jantar. Os senadores reafirmaram que vão votar o índice de 7,71%, mantendo o impasse na votação. Os deputados querem fechar acordo com o Senado para evitar desgaste político em ano eleitoral. Por isso, resistem em aprovar os 7% negociados com o presidente Lula. “Hoje não há entendimento na base do Senado para 7%. Haveria entendimento para 7,7%. Porém, não há condição econômica para o 7,7%”, afirmou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). “Mais do que 7% teria de haver um processo de convencimento com a equipe econômica”, acrescentou ele. Já o líder do governo na Câmara e para-choque do Executivo na questão, Cândido Vaccarezza (PT-SP), acredita em solução favorável a Lula. A Medida Provisória (MP) original, que prevê os 6,14%, está em vigor desde 1º de janeiro. Com os seguidos adiamentos da votação, cresce entre os deputados a hipótese de que o governo tenta deixar a MP perder a validade dia 1º de junho, provocando a edição de uma nova, que seria votada em outubro, após as eleições. O presidente Lula bate o pé contra os 7,7% por saber o tamanho do estrago nos cofres públicos que esse reajuste causaria. O índice previsto na MP significaria despesas R$ 6,7 bilhões, enquanto os 7% custariam R$ 1,1 bilhão a mais. Caso os 7,71% sejam aprovados, os custos seriam R$ 600 milhões maiores. “A discussão não é tão relevante do ponto de vista do ganho do aposentado, já que 6,14% já representam ganho real”, afirma o cientista político Humberto Dantas. “Mas Lula também quer evitar desgaste político”, explica. Um dos argumentos dos deputados para não votar os 7% é de que, caso aprovem, o Senado insista nos 7,7% e saia da história como mocinho, e a Câmara apareça como inimiga dos aposentados.
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