ABRH
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Como saber se chegou a hora de trocar de emprego |
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CADA MINUTO - WEB - 27/04/10 |
Pesquisa revela que 90% dos profissionais estão insastifeitos com o emprego Uma pesquisa internacional promovida pela empresa de Recursos Humanos Bumeran, com profissionais de diversos segmentos, revelou que mais de 90% estão insatisfeitos com seus empregos. Segundo a presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos - ABRH-Nacional, Leyla Nascimento, poucos profissionais percebem que as mudanças pelas quais passam as empresas afetam diretamente as carreiras das pessoas, o que faz com que os profissionais também precisem repensar sua carreira constantemente. “As empresas estão se adequando aos novos cenários mundiais e corporativos e os profissionais precisam fazer o mesmo. Se a empresa muda, nossa carreira também é diretamente impactada por estas mudanças e isso pode levar a sentimentos de deslocamento e insatisfação que precisam ser entendidos”, diz. A presidente da ABRH-Nacional assinala que trocar de emprego é algo que envolve riscos, mas há vários sinais que nos mostram quando chegou a hora. “O mais evidente é a falta do `brilho nos olhos´, ou seja, quando o profissional percebe que o que faz deixou de ser gratificante. Essa falta de ânimo, de envolvimento com as questões da empresa, logo vai se traduzir em coisas como não ser mais convidado para reuniões e desinformação sobre o que está acontecendo. Quando chegamos a este ponto, é mais do que evidente de que é preciso repensar nossa relação com a empresa”, diz. No entanto, trocar de emprego exige muitos cuidados. Para Leyla Nascimento, é importante que as pessoas busquem fazer a transição para outra empresa enquanto ainda estão empregadas, pois é mais fácil conseguir uma nova posição quando estamos ativos no mercado. “Outro ponto importante é ter a consciência de que não é apenas a empresa que nos escolhe, mas nós também podemos e devemos escolher a empresa. Isso significa planejamento, buscar a empresa e o segmento que mais nos interessam, justamente para evitarmos cair na mesma armadilha da qual tentamos sair”, comenta. Embora já seja evidente uma crescente valorização da educação por parte das pessoas que trabalham, Leyla acredita que uma boa formação educacional é praticamente tudo na vida de um profissional. “Não falo somente com relação ao grau de ensino, mas o importante é obter cursos que criem valor para a carreira. Conhecimento, prática e experiência adquirida são atributos fundamentais para se obter sucesso, por isso as pessoas devem buscar cursos de extensão para se atualizar sobre o cenário de mudanças nas empresas”, explica. Networking Mudanças de emprego com sucesso, a conquista de uma vaga há muito almejada, encontrar um trabalho motivador e realizador, tudo isso pode ser muito facilitado se as pessoas começarem a valorizar mais a vida associativa, assinala a executiva. “Aqui no Brasil demoramos a despertar para a importância do associativismo. Nos Estados Unidos e Europa, esta consciência é muito forte. Enquanto profissionais devemos entender que ninguém neste mundo corporativo cresce sozinho. Fazer parte de uma entidade de classe é compartilhar conhecimento e práticas corporativas essenciais para a atualização de qualquer profissional, bem como criar uma rede de relacionamentos que pode nos ajudar muito na hora de trocar de emprego com sucesso”, recomenda. E, na hora de sair, Leyla assinala que os profissionais precisam se esforçar para manter as portas abertas. Segundo ela, é importante que ao comunicar sua saída, o profissional seja o mais verdadeiro possível. “É preciso ter coerência na atitude e nas justificativas para a saída. Além disso, a pessoa ajudará a empresa se fizer uma avaliação das razões de sua saída junto ao líder ou à área de Recursos Humanos, buscando mostrar de modo claro e direto, sem emocionalismos, o que a empresa poderia fazer para estimular as pessoas a contribuírem mais. Este é um dever de qualquer profissional que participou e contribuiu para os resultados da empresa”, conclui.
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Acontece amanhã, dia 27, 10º Fórum de Gestão de Pessoas da ABRH-RS |
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COMUNIQUE-SE - WEB - 26/04/10 |
Com o tema Atrair² - Atração e Engajamento. Este é o seu desafio, o evento acontece no Teatro do CIEE, a partir das 16h. As inscrições ainda estão abertas e podem ser realizadas no site da ABRH-RS (www.abrhrs.com.br). A Associação Brasileira de Recursos Humanos, seccional Rio Grande do Sul (ABRH-RS) promove, amanhã, dia 27 de abril, a 10ª edição do Fórum de Gestão de Pessoas. Este ano, os profissionais irão debater sobre a atração e engajamento de talentos nas organizações. O evento acontece das 16h às 21h30, no Teatro do CIEE (Av. Dom Pedro II, 861). As inscrições estão abertas e podem ser feitas no site da entidade – www.abrhrs.com.br. Segundo a vice-presidente de Eventos Científicos da ABRH-RS, Lígia Nery da Silveira, o objetivo do desenvolvimento do tema Atrair² é trazer a reflexão, discussão e construção de soluções para o desafio de entender o que atrai, engaja e fideliza pessoas nas organizações. “Para o evento, contamos com profissionais renomados como o escritor Luciano Pires que falará de Empresas Nutritivas; Alfredo Assumpção, um especialista na atração e busca de talentos para organizações; o case da Natura sobre Processos de Engajamento, empresa que hoje é considerada como uma das mais desejadas parta trabalhar, além do case Perestroika que estimula a busca da quebra de paradigmas nesta relação com o mundo do trabalho e do relacionamento com pessoas”, antecipa Lígia. Confira, abaixo, a programação completa. Mais informações pelo telefone (51) 3254-8258 ou pelo e-mail forum@abrhrs.com.br Programação 16h – Abertura 16h20min – Palestra “Atração & Engajamento” com Alfredo Assumpção 17h20min – Case “Natura: Processo de Engajamento” com Marcelo Madarasz – Gerente de Desenvolvimento de Liderança 18h20min – Intervalo 18h50min – Palestra “Empresa Nutritiva” com Luciano Pires 20h20min – Palestra com “Wi Orgs. O que motiva a Geração Y?” com Perestroika 21h30min – Encerramento SERVIÇO Fórum de Gestão de Pessoas - Atrair² Quando: 27 abril Horário: das 16h às 21h30 Local: Dom Pedro II, 861 – Porto Alegre/RS Inscrições: www.abrhrs.com.br Informações: (51) 3254-8258 ou pelo e-mail forum@abrhrs.com.br
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Cursos & Palestras |
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GAZETA DO POVO - WEB - 27/04/10 |
CURSO Técnicas de curativo - DATA: 26 de junho (inscrições abertas). - LOCAL: Cebramed – Centro Brasileiro de Estudos Médicos. - INFORMAÇÕES: (41) 3222-0174 ou www.cebramed.com.br LÍNGUA Intercâmbio em Londres - DATA: início em maio (inscrições abertas). - INFORMAÇÕES: (41) 3242-8920 ou info@worldplace.com.br CURSO Atendimento publicitário - DATA: 1.° de maio (das 9 às 18 horas). - LOCAL: Runway School – Ed. Ocyron Cunha (Funpar) – Rua João Negrão, 280 – Centro. - INFORMAÇÕES: (41) 3049-1904. CURSO MBA em gestão de supermercados - DATA: inscrições abertas. - REALIZAÇÃO: Apras (Associação Paranaense de Supermercados) e FAE Centro Universitário. - LOCAL: Academia Empresarial Apras. Avenida Senador Souza Naves, 535 – Cristo Rei. - INFORMAÇÕES: (41) 3362-1212. CURSO Básico de radiestesia, pedras e cristais - DATA: 10, 11 e 12 de maio (das 19 às 22 horas). - MINISTRANTE: Nazareno Sabino. - LOCAL: Clínica Livraria Pirâmide. Rua da Paz, 89. - INFORMAÇÕES: (41) 2101-4896 ou 8895-6590 ou eventos@livrariaapiramide.com.br CURSO Gestão e controle de custos na produção de ovinos e caprinos - DATA: 18 e 19 de junho. - LOCAL: setor de Ciências Agrárias da UFPR. - INFORMAÇÕES: (41) 3350-5709 ou www.lapoc.ufpr.br CURSO Formação de coaching para executivo - DATA: 7 e 8 de maio (das 9 às 18 horas). - MINISTRANTE: Susana Azevedo. - LOCAL: Hotel Mercure Batel. Rua Alferes Ângelo Sampaio, 1.177. - INFORMAÇÕES: (41) 9983-7482 ou susana.azevedo@nsdoisa.com PALESTRA A ergonomia a favor da qualidade de vida no trabalho - DATA: 28 de abril (às 19 horas). - MINISTRANTE: Giles Balbinotti. - PROMOÇÃO: ABRH-PR. - LOCAL: sede da ABRH-PR. Rua Prof. Brandão, 520 – Alto da XV. - INFORMAÇÕES: (41) 3262-4317 ou abrh-pr@abrh-pr.org.br PALESTRA Adobe flex – introdução à tecnologia e oportunidades profissionais - DATA: 29 de abril (das 19h30 às 22h30). - LOCAL: auditório da Fatec Internacional. Rua Saldanha Marinho, 131 – Centro. - INFORMAÇÕES: 0800 702 0500. CURSO Formação de Web Designer – prepare-se para o mercado - DATA: 10 de maio. - LOCAL: Rua Visconde do Rio Branco, 1.358, 8.° andar. - INFORMAÇÕES: (41) 3024-4909 ou www.eng.com.br CURSO Intensivo de tarô e numerologia (totalmente apostilado) - DATA: 3 de maio. - LOCAL: Rua Siveira Neto, 768 – Água Verde. - INFORMAÇÕES: (41) 9653-5531 ou zanchi_gm@hotmail.com CURSO Sistema público de escrituração digital – SPED e nota fiscal eletrônica – NF-e - DATA: 11 de maio de (das 9 às 18 horas). - PÚBLICO-ALVO: profissionais das áreas contábil, tributária e tecnologia da informação. - LOCAL: Rua João Negrão, 280 – Centro. - INFORMAÇÕES: (41) 3013-5816 ou admin@mvcursos.adv.br OFICINA Dança cigana - DATA: 1.º de maio (das 14h30 às 18 horas). - LOCAL: Escola Carmen Romero Dança Flamenca. Rua Nilo Cairo, 240 – Centro. - INFORMAÇÕES: (41) 3262-9782 ou www.carmenromero.com.br A publicação de cursos, palestras e seminários neste espaço é gratuita, mas sem compromisso de nossa parte. A seleção e o texto final ficam a critério da redação. As correspondências podem ser enviadas para os e-mails cursosepalestras@gazetadopovo.com.br ou jaraujo@gazetadopovo.com.br ou para o fax (41) 3321-5472.
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Sucesso... Na carreira: Sempre é hora de iniciar estudos de línguas estrangeiras |
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O DIA ONLINE - WEB - 27/04/10 |
Rio - Ainda falta um tempinho, mas o momento é ideal para iniciar estudos de línguas estrangeiras para trabalhar na Copa de 2014 e nos Jogos de 2016. Mercados voltados para os eventos vão buscar profissionais preparados. PERGUNTA E RESPOSTA Desejo me preparar para trabalhar na Copa de 2014 e nas Olimpíadas de 2016. O que é melhor estudar: inglês, francês ou espanhol? Ou existe alguma outra língua que devo buscar para ter sucesso como guia turístico ou tradutor, áreas em que pretendo atuar. Lucia Brito, por e-mail Antes de mais nada ter o conhecimento de idiomas é muito importante para qualquer atividade profissional. Algumas pessoas estão buscando fluência em idiomas não usuais como alemão e mandarim, por exemplo. Isto porque sabem que são idiomas mais difíceis de se obter profissionais com esta formação. E o mercado estando cada vez mais aquecido com a China e países europeus, como a Alemanha, por exemplo, ter o domínio destes idiomas é uma oportunidade importante. Com relação a Copa e as Olimpíadas, eu diria que o melhor idioma será o inglês, por ser o idioma mais usual pelos profissionais do mundo inteiro. Ter fluência no inglês abrirá portas não só para atuar no mundo dos esportes, como para diferentes tipos de empresas que estarão prestando serviços para esses dois momentos de importância mundial, que ocorrerão em nosso país. Sugiro, ainda, um pouco de conhecimento na área de turismo, porque facilitará muito a sua atuação também.
RH/Gestão de pessoas
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Ontem e hoje |
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ZERO HORA - WEB - 27/04/10 |
ENGENHARIA – O presidente da Sociedade de Engenharia do Rio Grande do Sul (Sergs), Cylon Rosa Neto, faz palestra hoje, às 10h30min, na Faculdade de Engenharia da UFRGS, em Porto Alegre, sobre o tema Mercado da Engenharia e Empreendedorismo. VENCEDORES – A Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL) apresenta hoje, às 11h, no Hotel Plaza São Rafael, na Capital, o palestrante do Almoço do Varejo de abril. Autor do livro Atitudes Vencedoras, o economista Carlos Hilsdorf aborda o tema Atitudes Vencedoras no seu Negócio. Mais informações pelo telefone (51) 3017-8116. SEMINÁRIO – O Sindicato da Construção Civil do Estado (Sinduscon/RS) promove hoje, às 14h, na sede da entidade, em Porto Alegre, o seminário Novas Tendências em Gestão, Produto, Financiamentos e Vendas no Mercado Imobiliário. FIDELIDADE – O vice-superintendente do Grupo Dimed/Panvel, Julio Ricardo Mottin Neto, fala hoje, às 8h30min, na Câmara Americana de Comércio (Amcham), em Porto Alegre, sobre os resultados do Programa de Fidelidade Panvel Sempre Bem, que já alcançou 920 mil cartões emitidos. GESTÃO – A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RS) promove hoje, das 16h às 21h30min, no Teatro do CIEE, em Porto Alegre, a 10ª edição do Fórum de Gestão de Pessoas. Inscrições pelo telefone (51) 3254-8258 ou pelo e-mail forum@abrhrs.com.br. TRABALHO – A Força Sindical, a CUT e o ministro Miguel Jorge, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, participam hoje, às 15h, em Brasília, de reunião para discutir medidas que evitem demissões nos setores de autopeças, máquinas e eletroeletrônico.
Mundo do trabalho
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Há vagas |
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BRASIL ECONÔMICO - ENCONTRO DE CONTAS - SÃO PAULO - 27/04/10 - Pg. 20 |
A indústria brasileira de calçados contratou 9,2 mil trabalhadores em março. Com esse número, o setor fechou o primeiro trimestre com a geração de 27 mil vagas. A retomada é atribuída à redução da concorrência predatória dos calçados chineses, cuja importação encolheu 62% neste início de ano.
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Capital paulista tem aumento de 6% nas vagas com carteira assinada |
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BRASIL ECONÔMICO - BRASIL - SÃO PAULO - 27/04/10 - Pg. 13 |
A contratação de profissionais com carteira assinada pelos segmentos de comércio e serviços na Região Metropolitana de São Paulo em março cresceu 6,3%frente ao mesmo mês do ano passado. A constatação resulta do corte que a Federação do Comércio de São Paulo (Fecomercio) fez do resultado apurado no mês passado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do governo federal.
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Aposentado: governo tenta acordo por 7% |
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JORNAL DA TARDE - SEU BOLSO - SÃO PAULO - 27/04/10 - Pg. 1B |
Votação do reajuste ocorre hoje. Senadores e deputados querem aumento de 7,71% Pressionado pelos aposentados e sem apoio de parte da base aliada, o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), vai começar hoje, com a leitura de seu relatório, o processo de votação da medida provisória que trata do reajuste das aposentadorias acima do salário mínimo. Vaccarezza vai tentar, até o último minuto, fechar um acordo com a base aliada em torno de um aumento de 7%. Deputados e senadores, no entanto, já deixaram claro que defendem uma correção de 7,71%. De acordo com Vaccarezza, se aprovado, o índice de 7,71% deverá ser vetado por Lula. O presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), avisou que vai insistir na apreciação da emenda que prevê a correção de 7,71% . “A proposta de 7% não terá apoio de ninguém. Queremos os 7,71%”, afirmou. Segundo ele, já existe um acordo com o Senado para aprovação dos 7,71%. “Se o governo não admitir um reajuste maior, vai ser derrotado”, disse. Segundo Vaccarezza, se não houver acordo com a base aliada do governo em torno de um aumento de 7%, ele manterá o texto original da MP que prevê a correção de 6,14%. Diante desse impasse, o clima vai esquentar na Câmara. Para pressionar a aprovação do reajuste de 7,71%, o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas, João Batista Inocentini, deve levar ao plenário da Casa cerca de 300 aposentados. “Se for aprovado o aumento de 7,71%, tentaremos marcar uma audiência com o presidente Lula para pedir que esse reajuste não seja vetado”, disse Inocentini. Em dezembro, o governo editou uma MP com correção de 6,14% para os benefícios superiores a um mínimo. O impacto anual nas contas da Previdência foi calculado em R$ 3 bilhões. O reajuste de 7,71% exigiria um adicional de R$ 1,8 bilhão. Para os técnicos do governo, as contas públicas não suportam esse aumento. Já o reajuste de 7% demanda um desembolso de mais de R$ 1,1 bilhão por ano.
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Aposentado: governo tenta acordo por 7% |
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JORNAL DA TARDE - SEU BOLSO - SÃO PAULO - 27/04/10 - Pg. 1B |
Votação do reajuste ocorre hoje. Senadores e deputados querem aumento de 7,71% Pressionado pelos aposentados e sem apoio de parte da base aliada, o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), vai começar hoje, com a leitura de seu relatório, o processo de votação da medida provisória que trata do reajuste das aposentadorias acima do salário mínimo. Vaccarezza vai tentar, até o último minuto, fechar um acordo com a base aliada em torno de um aumento de 7%. Deputados e senadores, no entanto, já deixaram claro que defendem uma correção de 7,71%. De acordo com Vaccarezza, se aprovado, o índice de 7,71% deverá ser vetado por Lula. O presidente da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), avisou que vai insistir na apreciação da emenda que prevê a correção de 7,71% . “A proposta de 7% não terá apoio de ninguém. Queremos os 7,71%”, afirmou. Segundo ele, já existe um acordo com o Senado para aprovação dos 7,71%. “Se o governo não admitir um reajuste maior, vai ser derrotado”, disse. Segundo Vaccarezza, se não houver acordo com a base aliada do governo em torno de um aumento de 7%, ele manterá o texto original da MP que prevê a correção de 6,14%. Diante desse impasse, o clima vai esquentar na Câmara. Para pressionar a aprovação do reajuste de 7,71%, o presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas, João Batista Inocentini, deve levar ao plenário da Casa cerca de 300 aposentados. “Se for aprovado o aumento de 7,71%, tentaremos marcar uma audiência com o presidente Lula para pedir que esse reajuste não seja vetado”, disse Inocentini. Em dezembro, o governo editou uma MP com correção de 6,14% para os benefícios superiores a um mínimo. O impacto anual nas contas da Previdência foi calculado em R$ 3 bilhões. O reajuste de 7,71% exigiria um adicional de R$ 1,8 bilhão. Para os técnicos do governo, as contas públicas não suportam esse aumento. Já o reajuste de 7% demanda um desembolso de mais de R$ 1,1 bilhão por ano.
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Emprego formal cresce 6,3% em São Paulo |
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DCI - SÃO PAULO - SÃO PAULO - 27/04/10 - Pg. C1 |
SÃO PAULO - A contratação de profissionais com carteira assinada pelos segmentos de comércio e serviços na região metropolitana de São Paulo em março cresceu 6,3% em relação ao mesmo mês do ano passado. A constatação resulta do corte que o Departamento Econômico da Federação do Comercio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio) fez do resultado apurado no mês passado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em março, de acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego, foi criado no País um total de 266.415 empregos com registro em carteira - resultado da diferença entre contratações e demissões no período. Segundo o assessor estatístico da Fecomércio, Flávio Leite, diferentemente do que foi registrado em fevereiro, quando o aumento no nível de emprego formal estava ligado à elevação da confiança do consumidor paulista, em março o principal fator deste avanço foi o otimismo dos empregadores. "O fácil e farto acesso a crédito, aliado a um aumento da massa salarial e da expectativa de consumo, permitiram essa mudança de ânimo e alavancaram as contratações com carteira assinada", explica. Leite destaca que os dados do Caged em março reforçam as perspectivas de crescimento que as empresas fizeram para 2010, um cenário que tende a se fortalecer ao longo do ano. "No segundo semestre, as eleições devem contribuir para a criação de novas vagas, ampliando o consumo das famílias, que continuarão a ser a principal âncora para o crescimento do PIB", antecipa. Rotatividade De acordo com a Fecomércio, a taxa de admissão no setor varejista atingiu em março 5,3% do saldo mensal de empregos com carteira assinada, o que representa mais de 46 mil novas contratações. A taxa de demissão ficou em 4,8%, ou quase 42 mil demissões. Com isso, a taxa de rotatividade no setor de varejo ficou em 5% no mês de março. Como o visto em fevereiro, Vestuário, Tecidos e Calçados apresentaram maior rotatividade de funcionários. O salário médio nominal do comércio varejista, em março, foi de R$ 1.360,00. As lojas de departamento pagaram os maiores salários: em média, cada funcionário ganhou R$ 2.304,00. Lojas de Eletrodomésticos e Eletroeletrônicos, Concessionárias de Veículos e Autopeças e Acessórios, pagaram R$ 1.857,00, R$ 1. 708,00 e R$ 1.438,00, respectivamente. A menor média salarial, R$ 1.152,00, foi do setor de Supermercados, mais especificamente em alimentos e bebidas.
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O uso das mídias sociais nas empresas |
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DCI - OPINIÃO - SÃO PAULO - 27/04/10 - Pg. A2 |
O uso das mídias sociais tem se tornado cada vez mais popular no Brasil. Desde o surgimento do Orkut até a atual febre do Twitter e do Facebook, pessoas de todas as idades utilizam essas ferramentas para os mais variados fins - de contatos profissionais a paquera, de divulgação de portfólio a bate-papos com os amigos. No trabalho, com o acesso à internet, o uso das mídias sociais para fins pessoais continua, e pode se tornar um fator de queda de produtividade. Mas, será que o caminho certo para os empregadores é simplesmente proibir a utilização desses meios durante o expediente? Segundo pesquisa da Manpower, empresa de recursos humanos, as companhias brasileiras são as que mais têm políticas sobre o uso de mídias sociais no trabalho. De acordo com o estudo, 55% das empresas no Brasil têm alguma política nesse sentido, contra apenas 20% na média global. No País, a pesquisa mostra que o setor de finanças é o que mais controla os empregados (81%), seguido de transportes (65%) e administração pública e educação (58%). Ao examinarmos os motivos que levam as instituições brasileiras a adotar a regulamentação, podemos notar que o foco está no gerenciamento de riscos, não na maneira como elas podem aproveitar as ferramentas em benefício dos empregados e do negócio. Tal abordagem das mídias sociais pode se mostrar equivocada. Uma política proibitiva ignora todo o potencial das ferramentas. É certo que o crescente uso dessas redes traz desafios para o gerenciamento de imagem das organizações, que provavelmente precisarão exercer algum controle, mas elas também apresentam uma nova gama de possibilidades para construir uma empresa vencedora. Proibir não é o melhor caminho, pois as redes sociais podem ser úteis em manter os colaboradores engajados, gerar acessos ou atender melhor aos clientes. No mundo todo, o número de empresas que controlam as redes sociais é consideravelmente menor do que no Brasil. As Américas apresentam uma média de 29% de instituições que dizem controlar as redes sociais: no México, 29%, Canadá, Costa Rica e Guatemala, 27%, Argentina e Peru, 26%, Colômbia, 25%, e Estados Unidos, 24%. Na Ásia e no Pacífico, a média de empresas com políticas de comando fica em 25%: China, 33%, Nova Zelândia, 32%, Austrália, 31%, Hong Kong, 27%, Japão, 25%, Taiwan, 23%, Cingapura, 14%, e Índia, 11%. Europa e África apresentaram a menor média de controle, apenas 11%. Na Polônia, apenas 1% das empresas tem políticas nesse sentido, na França, 2%, Áustria e República Tcheca, 4%, Alemanha e Suíça, 6%, Bélgica, Romênia e Suécia, 7%, Grécia, Itália e Espanha, 10%, Hungria e Noruega, 11%, Holanda, 13%, Irlanda, 15%, Reino Unido, 22%, e África do Sul, 40%. Mas a ausência de políticas para o uso das mídias sociais, como vemos em muitos países, se mostra bastante prejudicial às empresas. Esses meios de comunicação estão presentes na vida do trabalhador, e podemos dizer que é inútil simplesmente ignorá-los. Assim, é necessário criar maneiras de utilizar as ferramentas de modo inteligente e vantajoso, e não proibir ou ignorar o seu uso. Uma dica importante para o uso produtivo das mídias sociais em empresas é que os colaboradores sejam desafiados a inovar. Eles devem ser incentivados a criar novas maneiras de usar as ferramentas para melhorar seu trabalho. É importante estar atento aos especialistas da equipe, deixando-os assumir a tarefa de lidar com as mídias. Dessa maneira, as mídias sociais podem ser úteis na divulgação de novos produtos, em pesquisas de satisfação com clientes e para passar dicas de utilização de serviços, entre outras inúmeras funções. A base de qualquer rede social saudável é o comprometimento dos usuários. Assim, os empregados devem ajudar o desenvolvimento e implantação da rede, promovendo a confiança nos objetivos instituídos. Dessa maneira, se as empresas estiverem preparadas para adotar as mídias sociais - e não simplesmente proibi-las - pode haver benefícios consideráveis.
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Capital ganha Centro de Apoio ao Trabalhador |
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DCI - SÃO PAULO - SÃO PAULO - 27/04/10 - Pg. C1 |
SÃO PAULO - A cinco dias do Dia do Trabalho, a população da capital paulista terá à disposição três novas unidades móveis do Centro de Apoio ao Trabalhador (CAT). Ontem o prefeito Gilberto Kassab inaugurou o serviço que deve facilitar o acesso das pessoas que estão à procura de emprego, ou que necessitam fazer cursos de capacitação para conseguir um espaço no mercado de trabalho. De acordo com a prefeitura da cidade, os veículos farão o atendimento à população em regiões afastadas do centro da cidade. "O serviço móvel tem uma importância extraordinária para nossa cidade, porque permite levar oportunidade de emprego a mais pessoas", disse o prefeito. O lançamento foi no Mercado Municipal da Penha, onde está uma unidade. Os outros dois CATs Móveis estarão até sábado no Terminal Campo Limpo e na Subprefeitura Cidade Ademar.
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Na lanterna dos reajustes da Era Lula |
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O DIA - ECONOMIA & PAÍS - RIO DE JANEIRO - 26/04/10 - Pg. 22 |
Aposentados do INSS com benefício acima do salário mínimo amargam aumento limitado à inflação. Quem ganha o piso e os servidores levaram entre 100,5% e 132,5% POR ANA D’ANGELO Brasília - O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu conceder os menores reajustes justamente aos aposentados que mais geraram contribuição para os cofres do sistema previdenciário do País. Enquanto os servidores públicos federais inativos e os beneficiários do INSS que ganham o salário mínimo receberam aumentos acima de 100% entre os anos de 2003 e 2009, aqueles que têm benefício acima do piso nacional tiveram direito a apenas à inflação acumulada no período, de 60,6%. Com isso, há um achatamento brutal dessas aposentadorias. Quem ganhava três salários mínimos em 2003 hoje embolsa apenas o equivalente a dois. Esse achamento pode ficar ainda maior. O governo federal enviou ao Congresso Nacional medida provisória para dar reajuste de apenas 6,14% para esses aposentados. Os partidos de oposição e alguns parlamentares da base governista comprometidos com os movimentos de defesa dos aposentados defendem pelo menos 7,71%, mas o presidente Lula não admite nenhum percentual acima de 7%. Ao longo do ano de 2009, os segurados do INSS da área urbana geraram R$ 179,9 bilhões em contribuições (incluída a parcela das empresas), a maior arrecadação da história. Valor foi suficiente para cobrir com sobra o total pago em benefícios: R$ 176,3 bilhões No Informe da Previdência de janeiro deste ano, o governo admite que são os trabalhadores das regiões metropolitanas os responsáveis pela principal base de arrecadação do regime do INSS. O rendimento médio desses profissionais estava em R$ 1.335,16 em dezembro de 2008 e, um ano depois, em R$ 1.344,40, ou seja, quase três vezes o salário mínimo do período. Outro diferencial é que todos os assalariados que recebem acima de R$ 3.218,90, que é o teto atual do INSS, geram um adicional de receita para o governo, que não é revertido em sua aposentadoria. É que a empresa é obrigada a recolher contribuição previdenciária de 20% sobre o total do salário, mesmo sendo acima do teto do INSS. Esse encargo cobrado das empresas impede a melhoria salarial ao longo da vida profissional do trabalhador. Protestos pelos 7,71% A votação da medida provisória do reajuste dos benefícios previdenciários acima do mínimo será acompanhada de perto pelos aposentados. Prevista para esta semana, ela mobiliza grupos ligados à Confederação dos Aposentados e Pensionistas (Cobap). Eles prometem protestos em todo o País pela aprovação de reajuste de pelo menos 7,71% (inflação mais 80% do PIB). Previdência urbana aponta equilíbrio entre receita e gasto Dados oficiais do INSS também indicam a tendência ao equilíbrio entre receita e despesa do setor urbano. Em 2009, a Previdência teria fechado no azul, com superávit de R$ 3,6 bilhões – recolheu R$ 179,9 bi e pagou R$ 176,3 bi. Mas repassou R$ 1 bi para o sistema previdenciário de servidores de estados e municípios e pagou R$ 5,3 bi em sentenças judiciais iniciadas nos anos 80 e 90. Mesmo com o desembolsos, o déficit ficou em R$ 2,7 bilhões, considerando baixo pelo próprio governo. O secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer, admitiu, em dezembro, que “a necessidade de financiamento foi reduzida diante de um ano de crise”. Além disso, o resultado é inferior ao rombo de R$ 38 bi da Previdência dos servidores públicos federais, já descontadas as contribuições deles e da União (R$ 29 bi). O rombo, que ocorre todo ano, não foi impedimento para o governo distribuir aumento médio de 30% nos últimos dois anos, que superou 100% para algumas carreiras.
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Mais empregos |
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O DIA - INFORME DO DIA - RIO DE JANEIRO - 26/04/10 - Pg. 06 |
Rio - O governo do Estado aposta na criação de 13.250 empregos — diretos e indiretos — caso seja aprovada a concessão de incentivos fiscais para 64 empresas de logística, especializadas na distribuição de cargas. De acordo com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, três dos projetos estão em fase final; 41 passam por processo de aprovação na Secretaria de Fazenda. A Codin (Companhia de Desenvolvimento Industrial) analisa outras 20 propostas. Muitas das empresas viriam de outros estados.
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Pelo fim da informalidade na construção civil |
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FOLHA DE LONDRINA - ECONOMIA - LONDRINA - 21/04/10 - Pg. 01 |
Curitiba integra projeto que busca a conscientização do setor pela contratação com carteira assinada Curitiba - A informalidade no trabalho é um dos principais obstáculos para o desenvolvimento econômico e social no País. Com o objetivo de reduzir esse índice, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) desenvolveu o projeto Redução da Informalidade por meio do Diálogo Social para trabalhadores assalariados sem carteira assinada, cooperativados, conta-própria, autônomos, pequenos empreendimentos, micros, pequenas e médias empresas com o suporte financeiro do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O trabalho tem um orçamento de R$ 4 milhões sendo R$ 700 mil para Curitiba. Os recursos serão destinados a fundo perdido. Foram selecionados quatro Arranjos Produtivos Locais para implantar o projeto - confecção em Caruaru (PE), comércio em Porto Alegre (RS), construção civil em Curitiba e agronegócio em Morrinhos (GO). Escolhemos o Paraná porque já há trabalhos importantes aqui sobre esta questão, disse o diretor técnico nacional do Dieese, Clemente Ganz. Para ele, a informalidade é um problema estrutural da economia. Esses trabalhadores também estão fora do sistema de proteção social público (INSS) e, caso sofram um acidente, não têm garantia de renda. Apesar de o projeto ter duração de três anos, Ganz defende que o trabalho seja permanente. As pessoas não estão na informalidade porque querem, destacou. Mesmo com programas que incentivam a formalização como o Microempreendedor Individual e o Super Simples, ainda a adesão não é tão alta por falta de conhecimento por parte das pessoas, de assistência e de problemas de renda. Para Ganz, as formas de reduzir a informalidade são o crescimento da economia que gera inclusão da população no mercado formal, a adequação da legislação e dos procedimentos administrativos. A economista do Dieese, Lenina Formaggi, apontou que o índice de informalidade na construção civil na Região Metropolitana de Curitiba era de 47,4% em 2008 com 65 mil informais de um total 137 mil trabalhadores. Mas, este percentual já foi bem maior. Em 2004, o índice era de 56,4% com 62 mil informais de um total de 110 mil trabalhadores que inclui por conta própria sem previdência social, empregador, sem carteira e não remunerados. A construção civil representa 8,1% dos ocupados na RMC e 20,7% dos conta própria. Entre 2004 e 2008, o número de ocupados em todos os setores em geral cresceu 12% na RMC e na construção civil o aumento foi de 25%. Em 2004, os trabalhadores da construção civil tinham um rendimento real (já descontada a inflação) de R$ 798. Em 2008, este valor subiu para R$ 1.165. O número de trabalhadores formais na construção na RMC cresceu 15,31% entre 2007 e 2008 e passou de 24.857 pessoas para 28.662. No geral, considerando todos os setores, o volume de trabalhadores teve um salto de 4,52% e foi de 738.441 para 771.798 no mesmo período. Lenina explica que nesta época o que contribuiu foi o crescimento econômico, a facilidade ao crédito imobiliário e os programas habitacionais. Mesmo assim, a informalidade ainda é alta porque, segundo ela, boa parte dos trabalhadores da construção é de autônomos. Além disso, a formalização custa caro. A economista ainda destaca que o setor tem a característica de não contratar devido ao alto rodízio dos trabalhadores. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontaram que, em março, foram criados 6.471 empregos formais na RMC, sendo 1.879 na construção civil que teve um crescimento no índice de vagas de 4,2%. O Paraná já conta com um comitê de incentivo à formalidade na construção civil desde 2002 do qual participam cerca de 20 entidades entre Sinduscon, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea), sindicatos de trabalhadores e patronais, entre outros representantes.
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533 vagas temporárias no CE |
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DIÁRIO DO NORDESTE - NEGÓCIOS - FORTALEZA - 17/04/10 - Pg. 01 |
Aguardando um incremento no consumo de presentes para o Dia das Mães, o comércio de Fortaleza já vislumbra ampliar seu faturamento, atingindo uma cifra acima dos R$ 100 milhões alcançados em 2009. O cenário de otimismo acaba ampliando a oferta de vagas temporárias. Segundo levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem), são estimadas 533 vagas para o Ceará (apenas 2% das 26 mil vagas projetadas para o País). No Brasil, o total de temporários em atividade para o Dia das Mães deverá se aproximar dos 65 mil trabalhadores, uma vez que 39 mil são remanescentes da Páscoa. "Serão abertas cerca de 26 mil novas vagas, 11% a mais que no ano anterior", diz Vander Morales, presidente da Asserttem. Cerca de 10% dessas pessoas deverão ser efetivadas em suas funções. Um trabalho temporário pode representar uma grande oportunidade para garantir um emprego definitivo. Para ser efetivado, no entanto, o candidato precisa se destacar positivamente desde o começo. De acordo com a pesquisa, encomendada ao Instituto de Pesquisa Manager (Ipema), as vendas de produtos ligados aos setores de vestuário, acessórios, perfumaria e aparelhos eletroeletrônicos são as que mais deverão se destacar neste Dia das Mães. Morales lembra que "a linha de televisores também deve aumentar consideravelmente as vendas e, como consequência, as contratações temporárias por conta da Copa do Mundo", diz. Perfil das vagas As vagas no comércio serão abertas principalmente para as funções de atendimento, crediário, vendas, reposição, promotor de vendas, fiscal de loja e fiscal de caixa. A remuneração média ficará em torno de R$ 745, numa faixa que oscila entre R$ 510 e R$ 980, com direito a benefícios, tais como vale-transporte e vale-refeição. As mulheres representarão 45% das contratações temporárias e 65% das vagas deverão ser preenchidas por trabalhadores entre 18 e 39 anos. Jovens em situação de primeiro emprego deverão representar 23% dos contratos. Classificada como a segunda data comemorativa que mais movimenta o comércio, o Dia das Mães só perde para o Natal em vendas e em número de contratações temporárias. Neste ano, a proximidade com a Páscoa fez com que muitos dos contratos fossem mantidos para suprir o aumento da demanda. Atenção à oportunidade Em muitos casos, as contratações temporárias são para funções que não exigem grande experiência ou treinamento, o que acaba se refletindo em oportunidades para quem busca o primeiro emprego ou o retorno ao mercado de trabalho. Mesmo assim, o candidato deve procurar se destacar sobretudo pela sua capacidade e pela qualidade do trabalho que realiza.
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