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7/4/2010
CLIPPING - ABRH NACIONAL 06/04/2010
 

ABRH

Sucesso na carreira: Timidez não é boa aliada para quem busca uma vaga de emprego  

O DIA - RJ - WEB - 06/04/10

A timidez não é boa aliada para quem busca uma vaga no mercado de trabalho. Se você é tímido, vença a barreira com as dicas abaixo. E lembre-se de se informar sobre as empresas onde pretende trabalhar. 
PERGUNTA E RESPOSTA
Sou uma pessoa tímida e gostaria de melhorar minha comunicação com o mercado de trabalho. Como melhorar? Magdalena, por e-mail 
A timidez faz com que os candidatos a uma vaga percam a oportunidade de mostrar o seu melhor. E muitas vezes está relacionada com a insegurança do candidato com questões simples. A timidez pode estar ligada ao fato do candidato não conhecer bem a empresa. E isto é fácil de se buscar no site da companhia e em matérias sobre ela na internet. Outro motivo deve-se ao pouco conhecimento que o candidato pensa que tem sobre a vaga pretendida. A timidez pode também estar relacionada com a falta do hábito de leitura. Quem não lê, não escreve bem e, por consequência, não se expressa bem. Como participar de uma entrevista, onde a pessoa da empresa que oferece a vaga quer conhecer o candidato e ele não consegue se expressar? Procure ler bastante, fazer redações sobre temas de sua área profissional. Sempre ao se candidatar a uma vaga ou até mesmo de estágio, vá bem preparada com conteúdo sobre o negócio da empresa e sobre as questões de sua área de formação ou experiência profissional, de modo que alimente um bom diálogo com a empresa. Tenha a certeza de que desta forma você obterá sucesso nos resultados dos processos seletivos.
Leyla Nascimento é presidente da ABRH-RJ e do Instituto Capacitare.

Dicas para os Jovens Escolherem Bem a Profissão  

COMUNIQUE-SE - WEB - 06/04/10

Lançamento da Editora Saraiva, “Superdicas para o Jovem Escolher Bem a sua Profissão” reúne 60 dicas objetivas que ajudam e orientam os jovens estudantes nessa importante tomada de decisão
O que se deve levar em conta na hora de escolher a profissão? Será que os estudantes conhecem o mercado em que pretendem atuar? Existe modismo na escolha das profissões? Escolho o curso ou a carreira que desejo seguir? Remuneração ou realização, qual fator pesa mais na hora da verdade?
O consultor Ruy Leal se deparou várias vezes com estas questões em seus 30 anos de atuação em programas de inserção de jovens no mercado de trabalho e nas consultorias que presta para instituições de ensino. Pensando em orientar o maior número possível de estudantes, Ruy escreveu o livro que serve como guia para os jovens, professores, orientadores e para familiares dos estudantes que também sofrem na hora da grande decisão. Conselhos importantes estão descritos no livro, como por exemplo, mostrar ao jovem que ele pode dividir melhor o seu tempo entre o prazer e as obrigações. Outros temas são abordados como o vestibular, profissionalismo, mercado de trabalho, cidadania, plano de vida, os cursos e suas aplicações, influências e opiniões, mobilidade, conhecimentos técnicos e comportamentais, networking, estágio, entre outras questões. Uma leitura obrigatória para os jovens antenados que buscam uma profissão e querem conquistar seu espaço no mercado.
“Superdicas para o jovem Escolher Bem a sua Profissão” faz parte da Coleção Superdicas da Editora Saraiva que reúne 17 obras de especialistas em diversas áreas com temas e títulos úteis para o seu aprimoramento pessoal e profissional.
Sobre o autor
Ruy Leal é formado em Publicidade, Propaganda e Marketing pela FAAP, cursos de especialização em direção de marketing pela FGV/SP, economia pela FIPE/USP e MBA em Marketing de Serviços pela ESPM. Foi Diretor da ABRH/DF e é atualmente Conselheiro da ABRH/SP. Tem artigos publicados em jornais e revistas de RH. Atua há mais de 30 anos no trabalho de capacitação de jovens para o ingresso no mercado de trabalho e na orientação de profissionais de Recursos Humanos e educadores sobre programas de estágios, coaching e mentoring. Com obras publicadas em diversos países, é autor dos livros “Condutores do amanhã – jovens inteligentes entram no mercado de trabalho” e “Superdicas para empreender seu próprio negócio”.
Atualmente é Superintendente Geral do Instituto Via de Acesso, organização da Sociedade Civil de caráter sócio-educacional e de assistência social de Interesse Público.
Serviço
Livro “Superdicas para o Jovem Escolher bem a sua Profissão”
Autor: Ruy Leal
Páginas 136
Preço R$ 11,90
Editora Saraiva

Empresas vão ter que lutar para manter talentos  

SEGS - WEB - 05/04/10

A retomada do crescimento econômico trouxe de volta a disputa por talentos nas empresas, um problema ainda mais sério no Brasil em função do fato de que apenas 16% da população economicamente ativa têm alguma qualificação profissional, segundo estimativas do Ministério do Trabalho e Emprego
A retomada do crescimento econômico trouxe de volta a disputa por talentos nas empresas, um problema ainda mais sério no Brasil em função do fato de que apenas 16% da população economicamente ativa têm alguma qualificação profissional, segundo estimativas do Ministério do Trabalho e Emprego. Segundo Leyla Nascimento, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional), a retenção de talentos será um dos maiores desafios das áreas de Recursos Humanos das empresas:
"A guerra por talentos é uma realidade e tem sido marcada por competição por profissionais, ‘dança das cadeiras dos executivos e debates relacionados à ética nesse processo", assinala Leyla Nascimento, para quem as receitas para manter os melhores funcionários são muitas e estão relacionadas essencialmente a uma boa relação de trabalho entre os colaboradores e as lideranças.
Segundo Leyla, as razões para se escolher uma empresa são muitas e variadas e vão desde a um salário atrativo quanto à reputação da empresa, passando, inclusive, por aspectos do próprio trabalho, como atividades com potencial para desenvolver um bom plano de carreira. No entanto, as razões pelas quais um bom profissional se desliga de uma empresa estão quase sempre ligadas ao relacionamento com as chefias como confiança, flexibilidade e orientação.
A preocupação com a manutenção de talentos, assinala Leyla, transcende o Brasil e preocupa as principais economias do planeta: "A prova disso é que o Congresso Mundial de RH e o nosso CONARH irão debater o tema em 2010, levando aos gestores de pessoas informações importantes sobre como construir um relacionamento positivo, de confiança e sustentável com essas novas gerações que chegam ao mercado de trabalho", assinala Leyla.

e-tab recebe três certificações ISO  

DOCUMENT MANAGEMENT - WEB - 05/04/10

Empresa de tecnologia e gestão para empresas e cartórios implementa atuação com certificações internacionais 
A e-tab, que desenvolve soluções integradas e inovadoras de tecnologia e gestão para empresas e cartórios, acaba de receber os certificados ISO 9001, ISO 14000 e OHSAS 18001. O sistema integrado de gestão da e-tab compreende ações de gestão ambiental, saúde e segurança no trabalho e melhoria contínua nos processos. 
As certificações têm como objetivo apresentar aos seus parceiros e ao mercado as garantias de qualidade na eficiência operacional dos projetos conduzidos pela empresa, que atualmente atua em sete estados brasileiros e conta com mais de 40 clientes. Entre eles estão o cartório Tabelionato Fischer de Novo Hamburgo e empresas como a Universidade Unifra, a construtora Cotiza e o Grupo Kepler Weber. O modelo de gestão e-tab aplicado no cartório Fischer acumula premiações como o Top Ser Humano da ABRH-RS, Prêmio Eco da Amcham-SP e o prêmio de inovação e gestão do conhecimento MAKE Awards 2009, ao lado de empresas como Promon, Embraer e Petrobras. 
A e-tab busca aumento de 65% no faturamento até o final de 2010. Para isso, diversificou sua atuação no mercado de tabelionatos e registros com a criação de uma área de negócios com foco em serviços de gestão de informação para empresas. Desde setembro de 2009, a e-tab é parceira da mineira Documentar, especializada em gestão de informação e do conhecimento, e que tem na sua carteira de clientes companhias como a Vale, Unilever, Banco Itaú, Fiat, Braskem e Gerdau. Para o Diretor da e-tab, Marcelo Fernando Haeser, “desde a criação da e-tab, em 2003, sempre projetamos nossa atuação a partir da formação de parcerias estratégicas de negócios. Usamos nossa experiência em combinar métodos de gestão com tecnologia, para oferecer soluções criativas que estejam alinhadas com a real estratégia do negócio do nosso cliente”.

CONARH

 

Agende-se  

COBERTURA - MERCADO DE SEGUROS - NEGÓCIOS & EMPRESAS - SÃO PAULO - MAR/2010 - Nº 100 - Pg. 08

17 a 20 de agosto
Conarh 2010 – 36º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas
Organização: ABRH
Local:
Transamérica Expo Center – SP
Informações: (11) 3138-3420

Mundo do trabalho

Crescimento consolida índice de desemprego em nível mais baixo  

VALOR ECONÔMICO - BRASIL - SÃO PAULO - 06/04/10 - Pg. A5

Sergio Lamucci
O mercado de trabalho dá sinais de forte aquecimento em 2010. Em fevereiro, a taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas ficou em 7,1%, feito o ajuste sazonal, a mais baixa da série histórica iniciada em 2001, segundo a Rosenberg & Associados. A geração de empregos é bastante significativa, com intensa criação de postos com carteira assinada, e há indícios de escassez de mão de obra qualificada em segmentos como a construção civil. A expectativa generalizada é de que a taxa média de desemprego neste ano ficará abaixo dos 7,9% de 2008, até hoje a menor da série - há quem aposte num número na casa de 7%, como a economista Luiza Rodrigues, do Santander.
Com a consolidação de um crescimento mais elevado e menos volátil nos últimos anos, a desocupação parece ter mudado estruturalmente de patamar, rodando bem abaixo dos cerca de dois dígitos que se observavam até 2006. Para a maior parte dos analistas, essa força no mercado de trabalho ajuda a pressionar a inflação, sendo um dos fatores que levarão o Banco Central a elevar os juros neste mês.
A forte geração de empregos é um dos pontos que chamam a atenção neste ano. Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), que faz o raio-X nas seis principais regiões metropolitanas e capta também o que se passa no setor informal, o estoque de ocupados em fevereiro aumentou 3,5% em relação ao mesmo mês de 2009. "Na média dos três meses anteriores, o número de ocupados em fevereiro subiu 2,2%. A alta neste ano ficou bem acima da sazonalidade do período", diz Luiza.
O supervisor técnico da Pesquisa de Emprego e Desemprego do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Sérgio Mendonça, ressalta que o crescimento recente da economia se dá com mais força em setores ligados ao mercado interno, como serviços, comércio e construção civil. São segmentos que empregam bastante, diz ele, observando que está em curso uma retomada das contratações na indústria, também nos setores mais dependentes do mercado doméstico. "Outra boa notícia é o aumento expressivo dos postos com carteira assinada."
O economista Fábio Romão, da LCA Consultores, diz que o aumento da ocupação espalhou-se por vários setores, com destaque para a construção civil, "em franca expansão". Pela PME, o número de ocupados no setor cresceu 8,1% sobre fevereiro do ano passado. No setor de serviços, a alta foi de 3,5% e na indústria, de 2,1%.
Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de janeiro e fevereiro também retratam a pujança no começo do ano. No primeiro bimestre, o saldo entre contratações e demissões no segmento formal ficou positivo em 390,8 mil vagas. Na construção civil, foram gerados 89 mil postos formais no período, um número expressivo, que ocorreu após o resultado significativo de 2009 - no ano passado, houve a criação de 297.157 vagas no setor, com as demissões superando as contratações apenas em dezembro, mês em que tradicionalmente há perdas de postos de trabalho. "Esse é um setor em que já falta de mão de obra qualificada", diz a economista-chefe da Rosenberg & Associados, Thaís Marzola Zara.
No Índice Nacional dos Custos da Construção (INCC) de março, o grupo mão de obra subiu 0,4%, alta pouco expressiva, mas que foge à sazonalidade do indicador. Em março de 2008, o aumento desse grupo foi de 0,15% e em março de 2009, de 0,1%. As maiores elevações desses custos costumam aparecer em maio, refletindo os dissídios da categoria. Em São Paulo, a data-base é 1º de maio.
Um dos fatores que explicam o bom momento do mercado de trabalho é a expectativa de que a demanda doméstica continuará firme em 2010 e, possivelmente, também em 2011, ainda que a um ritmo um pouco mais fraco do que neste ano, diz o economista José Márcio Camargo, da Opus Gestão de Recursos. Com a perspectiva de um crescimento expressivo do PIB, entre 5,5% e 6%, as empresas fazem mais contratações, para atender à demanda crescente.
Números da Sondagem da Fundação Getulio Vargas (FGV), apontam para alta de 14,6% na capacidade instalada em 2010, a maior em oito anos. Camargo também aponta uma mudança estrutural recente que colabora para a maior formalização do mercado de trabalho brasileiro. Com a entrada em vigor em 2007 da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, que instituiu o Supersimples, ficou mais barato para empresas de menor porte registrarem os funcionários.
Em fevereiro, a taxa de desemprego ficou em 7,4% na série original (que não retira as influências sazonais), bastante inferior aos 8,5% do mesmo mês de 2009, período em que o Brasil sofria bastante com a crise. Os analistas destacam que a taxa ficou num nível baixo mesmo com o forte aumento do número de trabalhadores em busca de emprego. A população economicamente ativa (PEA) avançou 2,2% sobre fevereiro de 2009, ritmo bem superior ao 1,1% de janeiro. Com o aquecimento da economia, mais pessoas se dispõem a procurar trabalho, numa redução do chamado desalento. Romão vê uma redução estrutural do nível de desemprego no país, dado o crescimento mais forte que se consolidou nos últimos anos.
Com a expansão significativa do emprego e da renda, vários analistas veem pressões inflacionárias provenientes do mercado de trabalho. Para este ano, Luiza prevê uma alta de 5,5% da massa salarial real, resultado da combinação de um aumento de 3% do rendimento acima da inflação e de 2,4% da ocupação. Em 2009, a massa salarial aumentou 3,1%. O consumidor fica mais propenso a aceitar aumentos de preços, e os serviços (como cabeleireiro, aluguel, conserto de automóvel, mensalidades escolares) ficam mais pressionados.
No Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), os serviços subiram 6,85% nos 12 meses até março, acima da alta de 5,09% do indicador "cheio". Thaís e Camargo veem na situação no mercado de trabalho um fator importante para o BC elevar juros.
Romão também vê um mercado aquecido, mas faz algumas qualificações. Se o quadro é apertado na construção civil, parece haver alguma folga na indústria de transformação, avalia. Nesse segmento, observa, as contratações subiram com força a partir de agosto do ano passado, mas ainda faltam 211,2 mil vagas para que se recuperem os postos formais perdidos na crise, especialmente entre novembro de 2008 e março de 2009.
Para ele, a taxa média de desemprego neste ano ficará em 7,7%, mais alta que os 7% ou 7,1% estimados por Luiza. Romão trabalha com uma taxa um pouco mais alta, por acreditar que o número de pessoas em busca de emprego vai crescer com força. Ele aposta numa alta de 2,8% para a PEA, abaixo dos 3,2% do número de ocupados, mas um crescimento elevado. Com isso, a taxa média de desemprego não cai tanto nas contas de Romão.
Em 2008, o BC divulgou estimativas de qual seria a "taxa natural de desemprego" no Brasil - aquela que não acelera a inflação. Dependendo da metodologia adotada, ela ficaria entre 7,4% e 8,5%. A taxa dessazonalizada em fevereiro, de 7,1%, já está abaixo até mesmo do piso dessas projeções, o que indicaria situação de pleno emprego.
A taxa natural de desocupação é um conceito bastante controvertido, atacado por economistas como o ex-ministro Antonio Delfim Netto, que aponta as "variâncias gigantescas" que aparecem nas estimativas. Luiza acha que se trata de um conceito válido, mas acredita que o número pode ter caído para 7% ou um pouco menos. O trabalhador hoje é um pouco mais qualificado, o que o torna mais produtivo, diz ela. Romão observa ainda que, no Brasil, a informalidade é grande e o rendimento médio é muito baixo. Com isso, é mais difícil afirmar que a taxa está num nível que acelera a inflação.

Redes sociais criam novas oportunidades  

O ESTADO DE S. PAULO - NEGÓCIOS - SÃO PAULO - 06/04/10 - Pg. B20

Sites de relacionamento podem ser uma forma de pequenas empresas anunciarem gastando menos que em uma campanha tradicional
Até um ano atrás, as redes sociais - como Orkut, Twitter, Facebook - estavam na lista de passatempos do publicitário Rodrigo Prior, de 25 anos. Mas o sucesso dos sites de relacionamento no Brasil fez com que ele encontrasse na web uma forma de empreender. Prior começou a prestar consultoria para empresários interessados em se aproximar de clientes e até criar campanhas por meio desses sites - serviço que aos poucos vem sendo oferecido por grandes agências de publicidade. 
Ao migrar dos meios formais para um ambiente totalmente digital, ele conseguiu ampliar o faturamento em 80%. Descobriu os dois sócios no Twitter, fundou a Social Branding e criou uma rede social "particular" para gerenciar os negócios, encontrar clientes e agilizar a produção. O foco de Rodrigo são as pequenas e médias empresas. 
Uma pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) concluída em março mostra que ele tem um mercado em potencial a explorar. Apenas 17% das empresas paulistas de menor porte mantêm cadastros em redes sociais. "Tentamos mostrar a elas que os sites de relacionamento podem ser uma forma de driblar a restrição orçamentária", afirma. "Não adianta ter grandes ideias sem dinheiro para executá-las." 
Diferencial. De olho nesse mercado, a empresa catarinense de gestão do conhecimento Humantech criou no ano passado um departamento só para oferecer aos clientes estratégias de relacionamento em redes sociais. "Isso se tornou um diferencial para conseguirmos novos contratos", diz Celso Valentim, presidente da empresa. Em 2009, a Humantech faturou R$ 1,6 milhão com instituições de médio e grande portes. "Agora, somos procurados também por pequenos empresários." 
Informalmente, quem trabalha com publicidade em sites de relacionamento estima que, para cada R$ 1 investido em uma campanha nas redes sociais, seriam necessários R$ 13 para produzir um comercial na mídia convencional. "Mas o risco é dez vezes maior", diz Igor Puga, diretor da agência ID/TBWA, que há dois anos incluiu em seus serviços a gestão de redes sociais. 
O desafio é mostrar às empresas que o uso dessas redes exige planejamento, conhecimento e profissionais qualificados. "Como estão disponíveis de graça, as pessoas acham que é só se cadastrar e começar a produzir conteúdo. Pensar assim pode ser fatal", diz Prior. 
Um exemplo recente: na semana passada, Visa e Walmart usaram o Twitter para fazer uma campanha relâmpago que escapou por pouco de se voltar contra elas. Quando a mensagem "Juntos, pelo desconto Visa" fosse enviada 5 mil vezes, o supermercado venderia um acessório para jogar o game Guitar Hero pela metade do preço. O estoque acabou em 35 minutos, o que fez os internautas imediatamente iniciarem uma onda contrária, divulgando mensagens desaforadas. No dia seguinte, as empresas fizeram uma "reconciliação" pondo à venda mais 100 unidades. O saldo foram 17 mil "tweets" a favor e 4,6 mil contra. 
A agência ID/TBWA, que desenvolveu a campanha, diz que o regulamento indicava claramente que a promoção era válida até o fim do estoque. "A reação não era esperada, mas é um dos riscos a que estamos sujeitos nas redes sociais", disse o diretor executivo Igor Puga. "Só conseguimos reverter a situação porque não esbarramos em burocracia nas empresas para anunciar em pouco tempo uma nova promoção."
Riscos desse tipo fazem a ACSP orientar seus associados a aderir gradativamente às redes. Para a superintendente de Marketing da ACSP, Sandra Turchi, pequenas e médias empresas devem usar esses meios primeiro para conhecer e se aproximar dos clientes. 
Perguntas & Respostas
Prós e contras das redes 
1.Quais as vantagens para as empresas que aderem às redes sociais?
A rede permite colher informações de clientes ou do público alvo a um custo muito baixo e em curto prazo. Além de associar a imagem da empresa à transparência, faz com que o cliente se sinta tratado de igual para igual. 
2.Quais os pontos negativos? 
A empresa abre a possibilidade ser criticada. Na internet as reclamações podem se propagar rapidamente. Os problemas e comentários negativos ficam "arquivados" na web. A vantagem de estar próximo do cliente pode significar também estar mais vulnerável aos concorrentes.

Na pesquisa do Dieese, taxa é mais alta  

VALOR ECONÔMICO - BRASIL - SÃO PAULO - 06/04/10 - Pg. A5

A taxa de desocupação captada pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE registra apenas o chamado desemprego aberto. Por esse critério, é considerado desempregado quem procurou trabalho nos 30 dias anteriores. Quem não procurou emprego ou fez algum bico no período não engorda a estatística dos desempregados da PME, que em fevereiro correspondiam a 7,4% da população economicamente ativa (PEA), ou 7,1%, na série com ajuste sazonal da Rosenberg & Associados.
Na Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) da Fundação Seade/Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), a taxa de desemprego total em fevereiro ficou em 13%. A diferença mais importante é que essa taxa não se refere apenas ao desemprego aberto, mas também inclui a desocupação oculta por desalento (quem não foi atrás de emprego nos últimos 30 dias) e o desemprego oculto por trabalho precário (quem faz bico, por exemplo). Desse modo, a pesquisa Seade/Dieese mostra uma taxa mais elevada.
Outra diferença é que as duas pesquisas não cobrem exatamente as mesmas áreas do país. A PME do IBGE mostra o cenário do mercado de trabalho nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro. Na do Seade/Dieese, há pesquisas na cinco primeiras e mais o Distrito Federal, mas não há no Rio de Janeiro.

Recorde  

O GLOBO - NEGÓCIOS & CIA - RIO DE JANEIRO - 06/04/10 - Pg. 22

O desemprego na cidade do Rio bateu recorde (de baixa) em fevereiro. A taxa de 4,8% foi a menor da série histórica do IBGE, informa Felipe Goes, secretário municipal de Desenvolvimento. No Grande Rio, o índice foi de 5,6%; na média nacional, 7,4%.

Depressão: causa da maioria dos afastamentos  

O DIA - ECONOMIA - RIO DE JANEIRO - 05/04/10 - Pg. 18

Até 2020, doença deve saltar da 4ª para a 2ª posição no ranking da incapacidade para o trabalho, segundo a OMS
A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que, até 2020, a depressão passará da 4ª para a 2ª colocada entre as principais causas de incapacidade para o trabalho em todo o mundo. Estima-se que 121 milhões de pessoas sofram com a depressão (17 milhões delas no Brasil). Além disso, 75% nunca receberam tratamento adequado. Pesquisa da Federação Mundial para Saúde Mental “Depressão, A Verdade Dolorosa” entrevistou adultos diagnosticados com a doença, médicos clínicos gerais e psiquiatras de cinco países, entre eles, o Brasil — os outros foram Canadá, México, Alemanha e França. Os dados revelam que 64% das pessoas deprimidas já tinham se afastado do trabalho por mais de 19 dias no ano. Além disso, 80% admitiram que, mesmo sem o afastamento, a produtividade cai até 26%. 
Psiquiatra professor da Unifesp, Acioly Lacerda afirma que, em longo prazo, quadros de depressão não tratados podem levar ao afastamento, elevando o absenteísmo e culminar em demissão, já que a baixa produtividade e o desinteresse pela rotina podem afetar a avaliação da empresa sobre o funcionário. 
“Por isso, é muito importante reconhecer os sintomas, buscar ajuda médica e seguir corretamente tratamento indicado pelo especialista”, completa.
O preço do afastamento costuma ser elevado: o funcionário pode ser visto com desconfiança e precisa de muito esforço para apagar a imagem de fragilidade, em um mundo do trabalho que requer, cada vez mais, agressividade, apontam os especialistas. Segundo o perito do INSS Luiz Fernando Moraya, há categorias que são mais afetadas. As condições de trabalho, quando há pressão e estresse, podem colaborar, mas há também a importância de outros fatores, como vida pessoal e até origem orgânica. 
“Profissionais da área de segurança, motoristas de ônibus, médicos de hospital e peritos do INSS têm alto índice de incidência. Muitas vezes, a pessoa pode até não sofrer a pressão no ambiente de trabalho, mas ela a sente e, então, deprime”, explica o médico. 
Ele relata um caso dramático que demonstra o efeito do ambiente de estresse e pressão. No Rio, uma perita do INSS pediu afastamento do trabalho e da agência. No posto da Marechal Floriano, no Centro, um segurado que alegava esquizofrenia fechou a porta da sala e afirmou que daria choques na médica. “Seguranças entraram e o retiraram, mas ele marcou nova perícia para esta semana. Chamamos a polícia e ele não apareceu”, exemplifica.
Bullying ataca no ambiente de trabalho
O bullying, que assola as crianças nas escolas, também acontece no ambiente de trabalho. Aparece sob a forma de pedidos de projetos ou relatórios em prazos impossíveis, remarcar reuniões em cima da hora, tarefas triviais para cargos de responsabilidade, “geladeira”, entre outros. 
“A maior dificuldade é saber quando acontece de fato. A sutileza torna o assédio moral ainda mais perverso”, descreve Paulo Eduardo Vieira de Oliveira, juiz do trabalho e professor da Universidade de São Paulo.
COMO IDENTIFICAR SE VOCÊ ESTÁ DEPRIMIDO
SINTOMAS
Tristeza não deve ser confundida com depressão, que não dever ser confundida com fracasso. Para identificar um quadro depressivo, é preciso apresentar um conjunto de sintomas que se manifestam por um determinado período de tempo. A descrição a seguir, fornecida por profissionais da área de psiquiatria, é ilustrativa. Se identificar pelo menos cinco da lista, para ter a certeza do diagnóstico, é recomendável procurar um médico especialista, que é o psiquiatra.
TRATAMENTO
Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), o tratamento a princípio é feito de forma ambulatorial, fora de hospital, em serviços públicos ou em consultórios particulares. Em alguns casos é possível tratar só com psicoterapia, mas na maioria deles aconselha-se o uso combinado de psicoterapia e medicamentos. O sucesso do tratamento vai depender, acima de tudo, da adesão do paciente. Em alguns casos, são recomendadas atividades físicas.
PAPEL DA FAMÍLIA
Envolve compreensão, paciência, afeição e encorajamento. O parente deve estimular a pessoa deprimida a conversar, ouvir com atenção e não desqualificar os sentimentos que são expressos, mas apontar a realidade e dar esperanças.

Prepare-se para o time da Copa  

O DIA - EMPREGOS - RIO DE JANEIRO - 04/04/10 - Pg. 17

Cursos em programas gratuitos formarão mão de obra para as 170 mil oportunidades que surgirão no Rio até o Mundial de Futebol, em 2014. Muitas chances serão criadas mesmo antes do evento. Trabalhador pode se inscrever desde já
Leila Souza Lima
Como na máxima futebolística, a bola já está rolando para quem quer entrar em campo na Copa de 2014. A dica para estudantes e profissionais dos mais variados setores — turismo, serviços, eventos, comércio, tecnologia, construção e outros — é buscar qualificação desde já, em muitos casos, oferecida gratuitamente, como na Rede Brasil de Qualificação em Turismo. O programa será voltado à capacitação em hotelaria, restaurantes, bares e serviços ligados à atividade. Os cursos serão oferecidos em 27 capitais, mais 65 destinos de turismo. O ‘Olá, Turista!’ — formação a distância em inglês e espanhol — mais uma vez prorrogou as inscrições, agora até 30 de abril.
A Copa de 2014 do vai atrair 600 mil turistas, envolver receitas que podem chegar a US$ 20 bilhões (R$ 38 bilhões) e investimentos de US$ 9 bilhões (R$ 17,1 bilhões). O Rio de Janeiro, onde será a grande final do Mundial de Futebol, será a cidade mais beneficiada. Dados do Conselho Estadual de Turismo mostram que, somente no estado, surgirão 170 mil novos empregos, dos quais 100 mil diretos e indiretos, no setor de turismo e hotelaria.
A meta da Rede Brasil de Qualificação em Turismo — parceria entre a Confederação Nacional de Turismo (CNTur) e o governo federal — é criar condições para que em torno de 500 mil pessoas consigam trabalho por conta da Copa do Mundo. Essa mão de obra será preparada antecipadamente para as Olimpíadas 2016. 
O Município do Rio é o principal foco das ações de profissionalização e modernização de equipamentos. Recepção, acomodação e atendimento a turistas são os grandes alvos das ações de qualificação. A ideia é reservar 10% das vagas nos cursos para minorias, como portadores de necessidades especiais, mulheres de baixa renda e idosos. Duas competências são fundamentais para quem busca oportunidade: idiomas, especialmente inglês e espanhol, e informática. 
Organizações como Senac Rio e Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (Sindrio) também oferecem formação. O Sindrio executa o Programa Qualifica Brasil, da Federação Nacional de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (FNHRBS). O objetivo é reciclar trabalhadores dos ramos de alimentação e hospedagem.
Cursos de inglês e espanhol para cidades-sede dos jogos
Proposta do Ministério do Turismo, o projeto ‘Olá, turista’ é gratuito e será executado pela escola de idiomas online Englishtown. A iniciativa alcança as cidades que vão sediar jogos da Copa. Estão incluídas: Rio de Janeiro (capital, Búzios, Paraty, Petrópolis e Angra dos Reis); Bahia (Salvador, Lençóis, Porto Seguro, Maraú e Mata de São João); Amazonas (Manaus, Barcelos e Parintins); São Paulo (capital); Ceará (Fortaleza) e Pernambuco (Recife). 
Para participar, é preciso ser vinculado a associações, sindicatos, cooperativas ou organizações ligadas ao segmento de Turismo. Empreendedores individuais podem se inscrever. São 80 horas de aula, que podem ser concluídas em 12 meses. Os dois cursos têm, cada um, módulos básico, profissional e regional.

Programa de demissões vai custar R$ 405 milhões  

DIÁRIO CATARINENSE - ECONOMIA - FLORIANÓPOLIS - 01/04/10 - Pg. 13

Estatal diz que gasto com rescisões será pago em um ano e economia chegará a R$ 600 milhõesA diretoria da Celesc detalhou o Programa de Demissão Voluntário Programado (PDVP), que teve 1.636 inscritos. O custo para se adequar ao modelo de eficiência exigido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é estimado em R$ 405 milhões.
O prazo final de adesão terminou ontem no final da tarde, e os primeiros desligamentos devem ser feitos a partir do mês que vem.
– O plano que apresentamos ao Conselho de Administração foi aprovado por unanimidade. Ele terá um custo de R$ 405 milhões em valores de hoje, o que representará economia de quase R$ 600 milhões em relação ao que se pagaria a esses funcionários até o dia de suas aposentadorias. Isso se saíssem no prazo da aposentadoria, porque eles podem permanecer trabalhando – afirmou o diretor de Gestão da Celesc, Gilberto Eggers.
Para justificar a vantagem que a estatal terá ao adotar o programa de demissões, o diretor usou o exemplo de um funcionário que recebe R$ 2,28 mil e completa 19 anos de empresa em 2010. Se ele aderisse ao PVDP, na simulação apresentada, a empresa economizaria R$ 2,4 mil mensais (veja quadro ao lado).
Funcionários novos custarão menos
Todo o cálculo é feito em cima de 1.316 demissões. Este é o número necessário para que a Celesc corte o custo com pessoal em R$ 220 milhões e se adeque à empresa referência da Aneel a fim de renovar o contrato de concessão em 2015.
Mas em termos numéricos, a Celesc só precisaria demitir 800 pessoas. Ou seja: enquanto implanta o PDVP, a estatal terá que fazer novo concurso público para preencher as vagas que ficarão em aberto.
– Cada nova contratação tem um custo de apenas 35% em relação ao funcionário de carreira que deixa a Celesc. Hoje, o custo com pessoal está 41% acima do estabelecido pela Aneel como ideal. Se nós tirarmos os 1.316 que precisamos, esse índice cai para 7% – observou Eggers.
O critério para selecionar entre os mais de 1,6 mil inscritos será o tempo de trabalho na empresa.

Trabalho perto de casa  

CORREIO BRAZILIENSE - ECONOMIA - BRASÍLIA - 01/04/10 - Pg. 41

O emprego está mais perto de casa. Com o crescimento da oferta de vagas fora do Plano Piloto, moradores das regiões administrativas têm se deslocado menos para trabalhar. Aos poucos, as cidades do Distrito Federal se livram do estigma de satélites. Os números de fevereiro da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), divulgados ontem, mostram o aumento de oportunidades nas áreas de baixa renda, o que desacelera as migrações para a área central. 
A taxa de desemprego no DF caiu de 14,7%, em janeiro, para 14,1% no mês passado. Entre os meses de fevereiro, o índice só não é menor do que o registrado no primeiro ano da série histórica, em 1992, quando o percentual ficou em 14%. Desde então, o melhor resultado foi em novembro de 1994: 12,9%, recorde que deve ser superado até o fim deste ano, de acordo com a previsão de técnicos do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Diesse), que coordena a PED. 
Em fevereiro, foram criados 7 mil postos de trabalho no DF, quase todos nas cidades de menor renda: Brazlândia, Ceilândia, Samambaia, Paranoá, São Sebastião, Santa Maria e Recanto das Emas. O número de desempregados chegou a 197 mil pessoas, 8 mil a menos do que em janeiro. A População Economicamente Ativa (PEA) se manteve estável — 2,145 milhões de pessoas — e o nível ocupacional subiu 0,6%, desempenho atípico para o período. 
Os setores da atividade econômica que mais puxaram o aumento do emprego foram a indústria (6,8%) e a construção civil (4,7%). A taxa de ocupação no grupo que inclui serviços domésticos cresceu 3,7%. Não houve alteração nos números da administração pública. O comércio foi o único que reduziu a oferta de postos de trabalho (-1%), resultado explicado pelo fim do período de contratações temporárias em shoppings e comércio de rua. 
Recuperação 
Durante a divulgação dos dados, o economista do Diesse Tiago Oliveira acrescentou que o resultado observado no DF foi o melhor entre as regiões metropolitanas pesquisadas. “No DF, a indústria está recuperando mais rápido os postos de trabalho perdidos em 2009, por causa da crise, e a construção civil não para de contratar”, justificou, antes de reforçar a queda no índice de desemprego nas cidades com menor poder aquisitivo, fato que ocorre desde março do ano passado. 
Para o secretário de Trabalho, Rodrigo Delmasso, a pesquisa indica que micro e pequenos empresários passaram a investir nas cidades onde vivem. “Há uma descentralização dos investimentos. O emprego não se concentra mais somente na região central de Brasília”, comentou. “O bom disso é que um emprego gera outro. Existe um efeito multiplicador”, emendou a coordenadora da PED, Adalgiza Lara. 
Quem chega para abastecer em um posto na entrada do Recanto das Emas percebe a alegria da frentista Denise da Silva, 30 anos. Moradora da cidade, mãe de dois filhos, ela conseguiu a vaga há menos de uma semana. Vai ganhar R$ 744 por mês(1), após quase dois anos desempregada. “Já estava desesperada, pensando em vender salgado, fazer alguma coisa pra ganhar dinheiro”, contou. “Quando penso que não, me chamam. Foi bom demais”, completou. 
Há mais de dois anos, o mestre de obras Francisco Alcides, 40 anos, não precisa sair de Samambaia, onde mora com a esposa e quatro filhos, para conseguir emprego. “Não falta obra por aqui. A cidade é uma das melhores para quem mexe com construção civil”, disse. Esta semana, ele começou a reforma de um restaurante na Quadra 408. O trabalho deve durar 40 dias. “Não dá é pra ficar parado. Depois dessa, já tenho outras programadas”, completou. Por mês, ele ganha entre R$ 800 e R$ 1,2 mil por mês.

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