ABRH
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Mentir no currículo poderá dar cadeia |
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JORNAL DA TARDE - SEU BOLSO - SÃO PAULO - 24/03/10 - Pg. B3 |
Inglês fluente, curso em Paris etc. Projeto de lei quer punir quem exagerar nas qualificações
Fluência em inglês, espanhol e sânscrito; curso de Desenvoltura Mental; pós-graduação em Ciências Cognitivas... Esses e outros tópicos podem levar a outro local que não o de um novo emprego. É que tramita no Congresso projeto de lei que pede cadeia para quem mentir sobre dados pessoais, qualificações e realizações profissionais em currículo.
A proposta prevê novo artigo no Código Penal específico para a falsidade de diploma, e o ‘ficcionista’ seria punido com reclusão de dois meses a dois anos por falsificar currículo inteiro ou parte de um – seja ele do próprio falsário ou de outra pessoa. De autoria do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), o projeto está na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara. Se aprovado, deve ainda passar pelo crivo do Senado.
A ideia é evitar casos como do ex-presidente da BMW no Brasil, que, em 1998, deixou o cargo após suspeitas de não ter feito alguns dos cursos, inclusive de doutorado, que exibia no currículo.
O assunto criou polêmica, também, em julho do ano passado, quando a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, admitiu não ter concluído mestrado na Unicamp, que aparecia como completo em seu currículo Lattes. Para tentar aliviar a barra da ministra, o senador Aloísio Mercadante insinuou que o governador de São Paulo, José Serra, mentia que teria concluído curso de engenharia na USP.
Mas o mercado não aposta muito na eficácia do projeto. Para a vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Elaine Saad, dificilmente uma empresa compraria a briga. “Detectar currículos falsos requer estrutura e é custoso. Para a empresa não vale a pena denunciar; ela apenas deixa de contratar”, afirma. “E outra: e se o selecionador errar e denunciar um currículo que não é falso? Vai gastar muito para se defender”, completa.
Especialistas, no entanto, lembram que não é comum encontrar mentiras “pesadas” em currículos, e que os RHs exigem cada vez mais dos candidatos já selecionados documentos que comprovem as certificações e diplomas. As mentiras mais comuns são as menores, segundo o diretor do site de recrutamento profissional Monster, Rodolfo Ohl. “O mais comum é aumentar o tempo de permanência em um cargo e suas incumbências na função”, diz ele.
Há também informações abstratas, que, segundo Elaine, dificilmente podem ser chamadas de ‘mentirosas’. A fluência em um idioma pode ser diferente para duas empresas, afirma ela. “Depende do que o contratante espera do candidato. Certo é que ela avalie com um teste que determine o que é ‘fluente’ para ela”, diz.
Mentir no currículo, no entanto, nunca foi e nunca será bom negócio. “Os selecionadores têm ferramentas para detectar mentiras na entrevista, aprofundando os assuntos”, afirma Ohl. “O mentiroso pode até ser contratado, mas, se não for qualificado para o serviço e não der conta, logo estará fora”, afirma Elaine.
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ABRH-RS promove mais uma edição do Papo Top, amanhã, dia 25 de março |
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COMUNIQUE-SE - WEB - 24/03/10 |
Esta é a primeira edição do Papo Top no IBGEN. Durante o encontro, que acontece a partir das 19h30, será apresentado o case da Goldsztein Cyrela, vencedora do Top Ser Humano 2009.
Na quinta-feira, 25 de março, o IBGEN – Instituto Brasileiro de Gestão de Negócios, recebe o Papo Top, promovido pela Associação Brasileira de Recursos Humanos, seccional Rio Grande do Sul (ABRH-RS). O evento acontece às 19h30min, na sede da entidade de ensino, na Av. Protásio Alves, 2493 – Porto Alegre. Esta é a primeira vez que o IBGEN recebe o Papo Top, que é reservado para estudantes do tecnólogo em Gestão de Recursos Humanos e da graduação em Administração de Empresas.
Os participantes poderão conferir o case Central de Seleção e treinamento Goldsztein Cyrela: uma nova abordagem na construção civil, vencedor do Top Ser Humano 2009. O encontro será mediado por Nair Gomes, diretora de Inovação da ABRH-RS. O objetivo do Papo Top é levar os cases vencedores do Top Ser Humano e do Top Cidadania até universidades, promovendo a troca de experiências entre empresas com as melhores práticas em Gestão de Pessoas e Responsabilidade Social e universitários.
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Shopping Novo Batel homenageia 15 Mulheres |
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PARANÁ ON LINE - WEB - 24/03/10 |
No mês da mulher, o Shopping Novo Batel em parceria com o Business Professional Women e o Conselho da Mulher Executiva da Associação Comercial do Paraná promoveram um grande evento, para homenagear as Mulheres Destaques em 2009. Em sua sétima edição, o prêmio destacou profissionais que atuam em diversos setores da sociedade.
A cerimônia de entrega do prêmio Mulheres Destaque 2009 aconteceu ontem, dia 23, no Teatro Fernanda Montenegro, no Shopping Novo Batel. Veja quem foram as premiadas este ano: a empresária e relações públicas do Castelo do Batel Eventos Vera Lupion, a advogada Márcia Caldas Vellozo Machado presidente da Comissão da Criança e do Adolescente da OAB-PR (2007/2009), a presidente da ABRH, Sonia Gurgel, a presidente do Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC) Helena Pereira Oliveira, a diretora da Editora Bolsa Nacional do Livro Suzana Albuquerque, a estilista Kazuco Ferraz, Soraya Diucksen, executora de projetos voltados à terceira idade, a atriz Nane Narineski, as educadoras Fanny Duraes e Gilciane Baggio Ortolani, as professoras Liana Justus e Clarisse Miranda, a jornalista Nereide Michel, a artista plástica Vera Lília Rocha Loures e a empresária e poetisa Maria Cecília Leão Rosemann.
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Falar mal do chefe na hora do almoço é prejudicial |
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GAZETA WEB - WEB - 23/03/10 |
Almoço é momento que funcionários têm para desabafar sobre empresa. Especialistas afirmam que a fofoca pode prejudicar profissional
Falar mal do chefe ou dos colegas de trabalho na hora do almoço é praticamente inevitável, afirmam especialistas, já que essa é a hora que os funcionários têm para desabafar sobre o que acontece na empresa de modo informal.
Apesar de difícil de conter, porém, a prática não é recomendada, de acordo com os consultores ouvidos pelo G1, pois pode contaminar o ambiente profissional ou ainda ser mal interpretada, prejudicando aquele que desabafou mais do que deveria. A dica é pegar leve na "fofoca" e tentar resolver o problema direto com o colega ou chefe.
De acordo com Cecília Arruda, professora de administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e especialista em ética empresarial, quando a critica à empresa na hora do almoço torna-se um assunto recorrente, é porque há algo de errado na comunicação dentro da organização.
A especialista sugere que, quando um funcionário tem um problema com o chefe, por exemplo, o ideal é falar diretamente com ele. Se nada for feito, o empregado deve procurar o superior do chefe e, caso não haja solução, encaminhar a questão ao departamento de recursos humanos.
“Se todas as pessoas aborrecidas encaminharem o problema ao chefe do chefe, vamos ter esse chefe do chefe recebendo a mesma reclamação de vários funcionários. Para haver uma solução, é importante que o problema não fique só no nível dos pares”, diz.
Marcelo Abrileri, presidente da Curriculum.com.br, acredita que falar mal dos demais pode, inclusive, prejudicar o crescimento profissional. “Um fofoqueiro dificilmente será promovido”, diz. Para ele, os gestores tendem a não confiar naqueles que fofocam demais.
Abrileri acredita que, quando um profissional fala mal do chefe ou dos colegas para os outros em excesso, demonstra imaturidade. “Ninguém ganha pontos ao ficar depreciando uma pessoa. Você acaba sendo visto como aquele que vive falando mal dos outros e estraga a própria imagem”, diz. Parte da empresa
De acordo com especialistas, cabe à empresa estabelecer canais de comunicação para que os funcionários possam resolver os problemas em equipe, como reuniões e conversas com gestores. Caso contrário, será inevitável as discussões acontecerem na hora do almoço. “Quando o assunto chega para o almoço, é porque o problema não é resolvido dentro da empresa e as pessoas querem desabafar e se sentir compreendidas”, diz Cecília.
Confiança
Os especialistas também alertam para uma questão importante quando o assunto são confidências: um desabafo pode ser mal interpretado por um colega e, no futuro, ser usado contra aquele que desabafou.
Leyla Nascimento, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), cita um exemplo. “Aquele com o qual conversamos na hora do almoço hoje pode ser nosso chefe amanhã”, diz.Ela diz que, na carreira profissional, o horário de almoço é a extensão do ambiente de trabalho, por isso, é importante que as pessoas mantenham a postura profissional. “Com certeza o colega estará sendo avaliado pelos demais.”
Leyla acredita que, ao falar mal dos outros, a pessoa está se expondo para um público que pode não concordar ou até mesmo interpretar a questão de outra forma.
Áurea de Fátima Oliveira, professora de psicologia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), diz que, mesmo quando a intenção do desabafo não for por maldade, pode haver distorções por parte dos outros colegas. “O outro interpreta da forma dele, fica subjetivo”, diz.
Por esses motivos, Áurea também acredita que o ideal é falar diretamente com o causador do problema. “A melhor forma é quando a conversa é aberta”, diz.
Climão
De acordo com os especialistas, o clima dentro da empresa acaba sendo prejudicado com o excesso de fofocas, interferindo nas relações entre os funcionários. “Ao desabafar na rádio peão ou no corredor, estimula o desânimo entre as pessoas que participaram da crítica”, diz Leyla Nascimento.
Para Cecília Arruda, da FGV, a fofoca "coloca em ruína o clima da empresa e cria um ambiente amargo". “Pode acontecer de os funcionários terem falta de iniciativa no trabalho”, afirma.
A professora Áurea também alerta para o problema de o comentário sobre o outro tornar-se uma verdade entre os demais. “Quando isso acontece, é difícil de desfazer”.
Por que ficar?
Para a professora Áurea, quando não dá para resolver o problema na empresa, o profissional precisa avaliar se deve permanecer ou sair da empresa. Abrileri, da Curriculum.com.br, concorda: “Às vezes o chefe é um crápula mesmo, um grosso. Nesse caso, é importante a pessoa pensar se vale a pena pedir a conta.”
Áurea explica que o trabalhador tende a faltar mais, adoecer, ficar estressado e desmotivado, além de produzir menos, quando não consegue resolver os problemas do trabalho.
A professora lembra, porém, que não é todo funcionário que pode simplesmente sair do emprego quando está infeliz com o chefe. Há motivos pessoas, profissionais e financeiros que prendem a pessoa ao emprego, como a dificuldade de encontrar outra colocação.
Nesse caso, Áurea sugere que o profissional busque gastar menos energias com o problema, procurando não se incomodar com os impasses.
“Permanecer falando mal e alimentando uma espécie de energia negativa é um desconforto imenso. Só acusar e não fazer nada não resolve. Se a pessoa não pode mudar o outro, ou ela muda a situação ou muda a si mesma”, afirma.
Inevitável
Apesar de aconselhar evitar ao máximo a fofoca, os especialistas reconhecem que a postura, de vez em quando, é inevitável. “Ficamos na empresa na maior parte do dia e das nossas vidas, falar sobre o ambiente de trabalho no almoço acaba sendo natural. Mas não falamos só coisas ruins, falamos coisas boas também”, diz Cecília Arruda.
O gerente de projetos Cesar Duarte, de 27 anos, costuma almoçar com os colegas de trabalho e afirma que o desabafo sobre problemas na empresa acaba acontecendo, mas de forma sadia.
Aspas
Eles [os funcionários] falam mal de mim na minha frente (Moises Lima, administrador de empresas)"
Andrea Guimarães, de 38 anos, colega de trabalho de Duarte, explica que na empresa onde eles trabalham há reuniões frequentes nas quais são abordados os problemas, prática recomendada pelos especialistas.
O chefe de ambos, o administrador Moises Lima, de 36 anos, afirma que os desabafos na hora do almoço só acontecem de vez em quando. "Eles falam mal de mim na minha frente", comenta.
Às vezes temos vontade dar umas aliviadas. É difícil não falar nada, ninguém é perfeito, mas meu conselho é evitar ao máximo”, diz Abrileri.
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Tecnólogos já podem efetuar registros profissionais nos CRAs |
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FACULDADE FLAMINGO - WEB - 23/02/10 |
Revista do Conselho Regional de Administração de São Paulo CRA-SP
A revista do Administrador profissional, n. 283, de janeiro de 2010, veiculou um assunto que entendemos de grande interesse dos nossos alunos dos cursos de tecnologia. Publicamos abaixo a matéria na íntegra. Leia e confira:
Os Conselhos Regionais de Administração (CRAs) já incorporaram em seu cotidiano uma novidade para os profissionais com formação tecnológica. De acordo com as Resoluções Normativas 373 e 374 (de 12 de novembro) e 379 (de 11 de dezembro) publicadas no Diário Oficial da União, no final de 2009, os órgãos já podem registrar os diplomados em cursos superiores específicos na área de administração.
As resoluções são do Conselho Federal de Administração (CFA). Seu presidente, Roberto Cardoso, avalia que a mudança irá “oxigenar e modernizar a profissão”.
A medida beneficia quem obteve Graduação Tecnológica por meio de cursos com duração média de dois anos, o que possibilita a atuação no mercado na área específica de sua formação. Para regularizar seu registro nos CRAs, o tecnólogo deve ter formação em um dos cursos de Graduação em Tecnologia relacionados à Área da Administração, conforme relacionado no Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia (http://catalogo.mec.gov.br).
A necessidade de obter um diploma de nível superior é uma das razões para a escolha desses cursos, que têm conclusão mais breve e custam menos.
Vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH – Nacional), Elaine Saad diz que, com as novas resoluções, é oferecida uma nova opção para os estudantes que, por diferentes motivos pessoais ou sociais, não podem esperar quatro anos de estudos para começar a trabalhar.
Entretanto, Elaine ressalta que a nova situação não isenta o aluno de se dedicar com afinco aos estudos. “O estudante deve ter em mente que o curso formador de tecnólogo não é o mesmo de uma universidade tradicional. Ele precisará continuar se aperfeiçoando”, diz Elaine.
Reinaldo Frascino, presidente da Associação Paulista de Gestores de Pessoas (AAPSA) e há 30 anos no mercado diz que o impacto será extremamente favorável.
“Antes, o fato de se ter um diploma era um diferencial. Hoje, outras competências também são necessárias”, constata o consultor.
Porém, Frascino explica que, dependendo do cargo, a formação precisa ser mais ampla. “Aqueles que atuam como gestores, por exemplo, devem fazer um curso de administração”, afirma.
Elaine Saad lembra também que, para contratação de tecnólogos, as empresas devem checar a regularidade do registro desses profissionais nos Conselhos Regionais.
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Profissional deve tomar alguns cuidados na hora de mudar de emprego |
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CM CONSULTORIA - WEB - 18/02/10 |
Mais de 90% dos profissionais estão insatisfeitos com o emprego, apontou uma pesquisa internacional promovida pela empresa de Recursos Humanos Bumeran. Entretanto as pessoas devem tomar alguns cuidados antes de trocar de emprego.
"Um ponto importante é ter a consciência de que não é apenas a empresa que nos escolhe, mas nós também podemos e devemos escolher a empresa. Isso significa planejamento, buscar a empresa e o segmento que mais nos interessam, justamente para evitarmos cair na mesma armadilha da qual tentamos sair", afirmou a presidente da ABRH-Nacional (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Leyla Nascimento.
Mudança
Segundo Leyla, a mudança de emprego e a conquista da vaga desejada são facilitadas se o profissional valorizar a vida associativa.
"Enquanto profissionais, devemos entender que ninguém neste mundo corporativo cresce sozinho. Fazer parte de uma entidade de classe é compartilhar conhecimento e práticas corporativas essenciais para a atualização de qualquer profissional, bem como criar uma rede de relacionamentos que pode nos ajudar muito na hora de trocar de emprego com sucesso", disse a presidente.
Os profissionais devem manter as portas abertas ao sair de uma empresa e é importante que justifiquem a saída de forma verdadeira.
A hora certa
De acordo com a presidente, o profissional percebe que é hora de mudar quando o emprego deixa de ser gratificante. Assim, ele deixa de se envolver com as questões da empresa, fica desinformado sobre o que acontece no ambiente de trabalho e chega até mesmo a não ser mais chamado para reuniões. "Quando chegamos a este ponto, é mais do que evidente de que é preciso repensar nossa relação com a empresa", concluiu Leyla.
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Posse da ABRH-BA |
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A TARDE - AGENDA+DICAS - SALVADOR - 21/03/10 - Pg. A13 |
A nova diretoria da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-BA), seção Bahia, toma posse na quarta-feira, 24, às 8h30, no Hotel Fiesta, Entre os convidados, estão empresários, autoridades e a presidente da ABRH nacional, Leyla Nascimento.
RH/Gestão de pessoas
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Supervisão em Call Center/Telemarketing Focada na Gestão de Pessoas |
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PORTAL FATOR BRASIL - WEB - 24/03/10 |
Corporativa Brasil realiza no dia 27 de março, em São Paulo, a 12ª edição do curso "Supervisão em Call Center/Telemarketing: Contribuindo para o sucesso da gestão de pessoas".
A 12ª edição do curso irá abordar temas como: histórico e tendências da área; o papel do supervisor para o sucesso da gestão de pessoas; liderança em call center; retenção de talentos; supervisor como facilitador do trabalho em equipe; fatores de sucesso para o monitoramento e condições essenciais para o sucesso do feedback, entre outros no dia-a-dia deste segmento.
O Prof. Márcio A. Silva, business consultant training da Corporativa Brasil, com todo o seu dinamismo, didática e interatividade com os participantes discorre sobre os assuntos do curso de forma clara, usando exemplos atuais e presentes no dia-a-dia deste segmento: “Fiquei muito impressionado com a maneira do professor administrar o curso e interagir com todos nós que participamos. Tirei muita lição prática para o meu dia a dia, tanto no lado profissional como no pessoal; me sinto muito mais motivado a buscar novos desafios e conquistas”, comenta Marcelo Gomes, Coordenador de Vendas da Shark Máquinas empresa do grupo Shark.
O curso é destinado a todos os profissionais interessados em desenvolver habilidades para supervisão de pessoas e crescimento profissional sejam eles: Gerentes, Supervisores, Coordenadores, bem como profissionais de Vendas, Telemarketing, Call Center, Contact Center e Cobrança e Atendimento ao Cliente.
[ Dia 27 de março de 2010, das 09h às 17h, na Comfort Suites Oscar Freire, Atlantica Hotels International - Rua Oscar Freire, 1948 - Pinheiros - São Paulo/SP. Informações: www.corporativabrasil.com.br/cursos_abertos_3.html | Inscrições: www.corporativabrasil.com.br/page_13.html | Contato: (11) 3081-1156, ou através do e-mail: contato@corporativabrasil.com.br| *Vagas limitadas e desconto especial para grupos! ].
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Especialistas se reúnem na Gazeta de Piracicaba |
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GAZETA DE PIRACICABA - WEB - 24/03/10 |
Profissionais de recursos humanos discutiram o mercado de trabalho e outros temas da área
O Grupo Gresel, de profissionais da área de recursos humanos, reuniu-se na Gazeta, na semana passada, para discutir a gestão de pessoas nas empresas. O encontro contou com a presença de 21 representantes das cidades de Piracicaba, Sumaré, Itapetininga, Campinas e outras.
Foi discutida a resiliência e a arte de superar desafios. "A pessoa passa por diversas dificuldades, mas o que a faz levantar a cabeça e continuar batalhando? Agora estamos aplicando esse conceito nas organizações", afirma Dinael Correa de Campos, psicólogo da Universidade de São Francisco e um dos participantes.
O grupo discute ainda, semanalmente, recolocação, oportunidade de mercado, vagas e conflito de gerações nas organizações. O próximo encontro irá comemorar os 21 anos de atividades.
O evento é voltado aos profissionais da área de recursos humanos e outros interessados. O próximo encontro será no Spazio Di Fatto, dia 15 de abril, das 14 às 19 horas. Inscrições antecipadas no CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola) pelo (19) 3447-7310. (Priscilla Perez)
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Você tem QI? Se não tiver, arrume |
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ESTADO DE MINAS - ECONOMIA - BELO HORIZONTE - 20/03/10 - Pg. 12 |
Indicação de conhecidos ainda é a melhor e mais usual forma de ingressar no mercado de trabalho. Empresas como a Price chegam a dar bônus de R$ 1,5 mil para funcionários
Peixada, costas quentes, padrinho, pistolão ou o famoso QI (quem indicou). Seja qual for o nome, a indicação ainda é uma forte ferramenta, se não a principal, para recrutamento de novos funcionários pelas empresas. Exemplo disso foi o anúncio feito pela montadora Fiat anteontem de que as mil contratações que pretende fazer até maio serão todas realizadas mediante carta de indicação de seus funcionários. Na consultoria PriceWaterhouseCoopers existe até política de incentivo, com bonificação de R$ 1,5 mil para quem aponta um profissional que venha a ser efetivado.
Conhecida como “Talento atrai talento”, a campanha da Price para recrutamento é feita há mais de uma década e tem um peso muito importante no momento da seleção. “Hoje, é uma fonte de recrutamento fundamental para a empresa. Consideramos fortemente quando um funcionário nosso traz currículo de outra pessoa para análise. Isso é importante porque o indicado, em geral, já conhece a Price, nossa filosofia, padrões de comportamento e, com isso, ganhamos um passo muito importante no processo, que é a identificação do candidato com a empresa”, explica João César Lima, sócio responsável pelo setor de Recursos Humanos da Price. Hoje, pelo menos três dos 16 escritórios da consultoria espalhados pelo país estão com a campanha em andamento.
CONSCIENTIZAçãO Para Paula Martins, coordenadora de RH da Port, rede de papelarias com quatro lojas em Belo Horizonte, o primeiro passo para que a política dê certo é a conscientização do funcionário. “Investimos nisso para que o empregado saiba que é o nome dele que está vindo com a outra pessoa e, por isso, deve considerar a indicação de um profissional condizente com as necessidades da empresa”, avalia.
Consciência que o consultor sênior da Price, Paolo Donato Dias, tem de sobra. “é preciso ser alguém de confiança, de preferência com quem eu já tenha trabalhado e conheça. Acho que, com esses incentivos, os dois lados saem ganhando, porque eu sei o que a vaga exige e o que a pessoa busca e não vou indicar um profissional que não seja certo para a empresa”, afirma. Hoje, mesmo tendo contado com a ajuda de um colega para ingresso na consultoria, ele conta nos dedos quantas pessoas indicaria. “Isso só veio complementar o que o meu currículo já dizia. Claro que a gente sente uma responsabilidade e não quer decepcionar – mas, para quem trabalha sério, não é preciso se preocupar”, afirma.
E não é apenas no recrutamento de profissionais que já estão no mercado que a política funciona. Para quem está na luta pelo primeiro emprego, ter um canal de ligação com a empresa pode ser o primeiro passo para conquista da vaga. No programa de trainee da Price, com mais de 400 oportunidades espalhadas pelo país e inscrições que seguem até o fim do mês, praticamente metade dos candidatos selecionados são indicados. “Recrutamos muitos jovens estudantes que gostam do ambiente de trabalho e promovem a empresa junto aos colegas de faculdade, e acabam atraindo muita gente”, explica João César.
Todas as 105 pessoas contratadas pela fabricante de caminhões Iveco, do grupo Fiat, no último processo seletivo, vieram de indicações dos próprios funcionários da empresa. “Essa política funciona mais para os níveis operacionais. Somente nessa última contratação, recebemos mais de 500 cartas de indicação, todas para atuação na fábrica em cargos como operador de produção e chefe de unidade produtiva”, afirma a coordenadora de RH da Iveco, Michele Iacomini.
Para a área administrativa e gerência, as oportunidades são divulgadas internamente para candidatura espontânea dos empregados. “Se não conseguimos preencher aqui, vamos para o mercado”, explica Michele. Com vagas abertas para área de engenharia, pós-venda, logística e RH, entre outras, a Iveco acredita nas indicações como forma de valorização dos empregados. “Percebemos que eles se sentem valorizados e cria-se ainda uma relação de envolvimento”, acrescenta.
PERFIL ESPECíFICO Para a consultora de recrutamento e seleção da DMRH, Juliana Nascimento, a indicação é válida, desde que não elimine as etapas de seleção do candidato. “Se a pessoa passa por todo processo de seleção, isso não terá impacto negativo”, avalia. Como recrutamento, a medida é considerada muito benéfica, principalmente por atrair mais candidatos. “Setores operacionais exigem um perfil bem específico e difícil de encontrar. Com a indicação, existe uma capacidade de gerar um volume muito maior de concorrentes do que através da consultoria, já que essas pessoas muitas vezes não têm acesso à informação e não teriam conhecimento da vaga se não fosse por parte de uma pessoa próxima”, avalia.
Com dificuldade para ingressar no mercado de trabalho, o analista de sistemas Cristiano Rocha reconhece a importância do QI e acredita que, em muitos casos, ele pode derrotar um bom currículo. “A pessoa acaba tendo prioridade. Agora mesmo, consegui uma entrevista porque um amigo vendeu meu peixe dentro da empresa e me passou na frente”, admite.
NA GOOGLE
A Google está oferecendo 31 vagas no Brasil, em suas unidades em São Paulo (SP) e Belo Horizonte. Em São Paulo, estão disponíveis cargos nas áreas de publicidade online (18), engenharia (4), recursos humanos (2), marketing (2), desenvolvimento de novos negócios (1), finanças (1) e enterprise (1). Já em Minas Gerais, as vagas são de gerenciamento e marketing de produto (1) e engenharia de software (1). Exige-se em geral formação de nível superior, inglês fluente e entre três e 10 anos de experiência, dependendo da vaga, entre outros requisitos. Informações podem ser obtidas no endereço www.google.com.br/support/jobs/bin/.
FACÃO VORAZ
A crise econômica provocou a perda de 16 milhões de empregos ao redor do mundo, sendo que quase 75% desses postos de trabalho foram extintos em países desenvolvidos, informou ontem a Organização Internacional do Trabalho (OIT). O setor mais afetado pela recessão foi a indústria, principalmente nos setores automotivo, metalúrgico e de produtos de informática e eletrônica, com 9,4 milhões de empregos perdidos. Segundo a OIT, outros 3,3 milhões de empregos foram cortados no setor da construção civil apenas nos nove primeiros meses de 2009, sendo 630 mil deles nos Estados Unidos. O estudo, que faz uma análise por setores, também inclui áreas como saúde, educação e administração pública, que embora não tenham sido imediatamente afetadas pela crise, podem sofrer mais adiante as consequências do aumento da dívida pública em muitos países.
Mundo do trabalho
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Mínimo gaúcho mobiliza sindicatos e empresários |
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JORNAL DO COMÉRCIO - ECONOMIA - PORTO ALEGRE - 16/03/10 - Pg. 13 |
Em trincheiras opostas, representantes de trabalhadores e de empresários do Estado deflagraram ontem a guerra pelo reajuste do salário-mínimo regional, que contempla as categorias que não têm um piso exclusivo. De um lado, as centrais sindicais pedem aumento de 14% sobre as quatro faixas de remuneração - que vão de RS 511,29 a RS 556,06 - já os empresários defendem uma ampliação de 4%. No ano passado, o reajuste foi de 7,1%.
Se antecipando à reunião que as centrais promovem hoje na Assembleia, Fiergs e Federasul divulgaram ontem notas criticando o percentual de 14% e a própria existência do mínimo regional.
Paulo Tigre, presidente da Fiergs, disse que o impacto do salário exclusivo para trabalhadores gaúchos interfere nos custos de produção. Para ele, mais produtos vão entrar no mercado local vindos de fora, afetando negativamente todas as atividades, com repercussão no nível de emprego. "Ou seja, vamos criar empregos em outras regiões do Brasil onde não há esse piso."
Em nota, Tigre afirma que as negociações entre os sindicatos patronais e de trabalhadores estão na faixa de 4,6% e as previsões indicam que, em todo o ano de 2010, o índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), de cada 12 meses, será sempre inferior a 5%. "A proposta das centrais sindicais é quase três vezes superior a esse patamar", diz.
O presidente da Federasul, José Cairoli, pediu a extinção do mínimo regional. "O piso representa um custo adicional às empresas gaúchas, reduzindo a competitividade em relação à maioria dos estados brasileiros que não adotaram o salário-mínimo regional", defende, em nota. "A consequência inevitável desta situação é a manutenção de taxas de desemprego mais elevadas e de maior nível de informalidade do que ocorreria sem a sua existência, especialmente naqueles segmentos que mais empregam os supostos beneficiários desta medida: microempresas, comércio e pequenos serviços", afirma Cairoli.
Já o deputado Heitor Schuch (PSB), disse ontem que a bancada do partido não dará acordo para votação de mais nenhuma matéria de interesse do Executivo enquanto o projeto de sua autoria que antecipa a data base de reajuste do piso salarial regional de 1 de maio para 1 de janeiro, não for a plenário. Segundo o deputado, o objetivo é igualar com a data de aumento do salário mínimo nacional, como já aconteceu em Santa Catarina e no Rio de Janeiro, dois dos cinco estados brasileiros que têm piso salarial regional. A proposta de Schuch está na ordem do dia desde 1 de dezembro, porém ainda não foi apreciada por falta de acordo da liderança de governo. Segundo Schuch, com o aumento para R$ 510,00 em janeiro, o salário-mínimo ficou quase igual à primeira faixa do piso regional gaúcho, de R$ 511,29. Quando foi criado no Estado, em 2001, o piso era 28% superior ao mínimo nacional.
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